quarta-feira, 12 de março de 2014

terça-feira, 11 de março de 2014

Cá estamos outra vez... desculpem esta interrupção!


Olá a todos! 
Em primeiro lugar, desculpem este enorme "compasso de espera" que o nosso Blogue teve... muita "pedra para partir", a vários níveis.

Todavia, a partir de hoje recomeçamos a publicar com regularidade e voltaremos a dar, regularmente, notícias da escola, da Associação e das actividades dos nossos filhos e alunos..
Visitem-nos! Comentem, sugiram, dêem ideias! Precisamos de todos.


sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Dia Mundial do Mágico - em homenagem às Artes Circenses


A arte de iludir já foi chamada de escapismo e cria ilusões que surpreendem, escapam à lógica e enganam os nossos sentidos, em geral a visão. Por isso, se diz que as mãos de um mágico devem ser mais rápidas do que os olhos de quem está assistindo ao número.
 
Hoje celebra-se o Dia Mundial do Mágico, data foi escolhida em homenagem a São João Bosco, padroeiro dos mágicos, falecido em 31 de janeiro de 1888. Conta-se que, quando menino, ajudava a família trabalhando como acrobata, malabarista e mágico.
 
Todavia, quem popularizou mais a arte foi Harry Houdini (1874-1926), o mais famoso mágico de todos os tempos. A sua habilidade impressionante para libertar-se de algemas e correntes, até debaixo de água, entre outros truques, conquistou grandes plateias em todo o mundo.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Dia de Homenagem às Vìtimas do Holocausto





O Holocausto, também conhecido como Shoá  foi o genocídio ou assassinato em massa de cerca de seis milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial, através de um programa sistemático de extermínio étnico patrocinado pelo Estado nazi, liderado por Adolf Hitler e pelo Partido Nazi e que ocorreu em todo o Terceiro Reich e nos territórios ocupados pelos alemães durante a guerra.
Dos nove milhões de judeus que residiam na Europa antes do Holocausto, cerca de dois terços foram mortos. Mais de um milhão de crianças, dois milhões de mulheres e três milhões de homens judeus morreram durante o Holocausto. Uma rede de mais de 40 mil instalações na Alemanha e nos territórios ocupados pelos nazis foi utilizada para concentrar, manter, explorar e matar judeus e outras vítimas. Alguns estudiosos afirmam que o assassinato em massa de ciganos e de pessoas com deficiência deve ser incluído na definição do termo e alguns usam o substantivo "holocausto" para descrever outros assassinatos em massa feitos pelos nazis, como o extermínio de prisioneiros de guerra e de civis, designadamente os homossexuais. Segundo estimativas recentes baseadas em números obtidos desde a queda da União Soviética em 1989, entre dez e onze milhões de civis (principalmente eslavos) e prisioneiros de guerra foram intencionalmente assassinados pelo regime nazi.

A perseguição e o genocídio foram realizados em etapas. Várias leis para excluir os judeus da sociedade civil — com maior destaque para as Leis de Nuremberg de 1935 — foram decretadas na Alemanha antes da eclosão da Segunda Guerra Mundial na Europa. Foram criados campos de concentração e os presos enviados  submetidos a trabalho escravo até morrerem de exaustão ou por  doença. 
Quando a Alemanha ocupou novos territórios na Europa Oriental, unidades paramilitares especializadas assassinaram mais de um milhão de judeus e adversários políticos durante fuzilamentos em massa. Os alemães confinaram judeus e ciganos em guetos superlotados, até serem transportados, através de comboios para campos de extermínio, onde, se sobrevivessem à viagem, a maioria era sistematicamente morta em câmaras de gás
Em 2007, entrou em vigor uma lei da União Europeia (UE) que pune com prisão quem negar o Holocausto.  A Organização das Nações Unidas (ONU) homenageia as vítimas do Holocausto desde 2005, ao tornar 27 de janeiro o Dia Internacional de Recordação do Holocausto, por ser o dia em que os prisioneiros do campo de concentração de Auschwitz foram libertos.
Porquê mencionar este dia? Porque a memória dos povos é curta e passa, e é bom que as crianças da nossa escola saibam até onde pode chegar o horror - o Mal, como escreveu Hannah Arendt, está dentro de cada um de nós e a "fera" pode soltar-se a qualquer instante: no pátio da escola, na sala de aula, em casa, na rua, ou através de movimentos de grupo, acéfalos e ilógicos. Que o sorriso de Anne Frank, ao lado, nos permita pensar que o seu sofrimento não foi em vão. A propósito: a partir dos 10 anos é recomendável que as crianças leiam o seu Diário...

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

A estupidez da cupidez...



Quanto mais instruídos e ricos, menos solidários são os portugueses.


Um estudo da Universidade Católica Portuguesa e do Instituto Luso-Ilírio para o Desenvolvimento Humano (ILIDH) vai ser apresentado na quinta-feira mostra que os mais ricos têm menos atos de solidariedade e querem saber menos dos outros, em termos sociais, quando poderiam facilmente abdicar de uma parte da sua fortuna. sem que isso significasse alguma perda, e fazer a felicidade de tantos. Os portugueses com mais habilitações e mais rendimentos são os que dão menos importância à solidariedade, à justiça e aos valores democráticos. 

Por outro lado, e curiosamente, este estudo mostra que os mais ricos não são mais felizes do que os mais pobres... O ILIDH é um grupo que tem a participação de pessoas como o professor Roberto Carneiro, ou seja, tem uma visão clara do que é a sociedade portuguesa. Este estudo foi coordenado pelo Dr. Lourenço Carvalho, e é uma das suas preocupações, na Tese que escreveu sobre o assunto, o facto de serem os mais ricos que vão ocupar lugares de decisão e de chefia.

Não é óbvio que observamos isso diariamente, na nossa Escola? Tivemos ocasião de ver este fenómeno, por exemplo, na compra de ZINES... 

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Feliz Ano Novo


Em conjunto, vamos dar um bom "pontapé no traseiro" na crise e fazer uma Escola (ainda) melhor!
Bom 2014!

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Feliz NATAL!

A todos um bom Natal. Esquecendo por momentos os problemas do quotidiano e acreditando que existe um Pai Natal dentro de nós, como sinónimo de bondade, gestos de amor desinteressados e com sentido de humor.

Um HO! HO! HO! para todos!

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Ética no Desporto - um inesquecível "Crazy Day"


Decorreu, no Auditório, uma sessão de sensibilização sobre Ética no Desporto destinada a alunos da EB2 (ACE), a qual serviu de... mote para o crazy day da escola.

Os alunos tiveram oportunidade de realizar alguns jogos do PNED - Led’s Play – e reflectir sobre esta temática, numa sessão que juntou diversas turmas.

Nesta sessão estiveram presentes o coordenador do PNED, José Lima, e o Embaixador para a Ética no Desporto, Jorge Pina, que teve oportunidade de dar o seu testemunho sobre ética, quer como cidadão, quer como atleta paralímpico.
 
Foi um dia muito apreciado pelas crianças que tiveram a sorte e o privilégio de participar.

sábado, 14 de dezembro de 2013

Melech Mechaya - divirtam-se!

Pois é... se calhar não sabiam (como alguns de nós) que o professor Miguel Veríssimo é um dos membros da banda Melech Mechaya, que toca música inspirada na tradição israelita.
A banda já fez tournées por toda a Europa e, também, têm actuado em salas de espectáculos do país inteiro.
Vejam este vídeoclip... e divirtam-se!



sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

O espírito do Natal

Uma questão que se coloca a muita gente, nesta altura do ano, é como desejar as Boas Festas e como contribuir para o optimismo colectivo desta quadra natalícia sem estar a parecer hipócrita ou falso.
 
Perante o ambiente geral de "crise" e de alguma falta de esperança, vivendo ou antevendo dificuldades, quase se torna penoso e culpabilizador pensar em Natal. Escrever que se adora o Natal, porventura pelas  excelentes recordações de infância, o ritual da árvore ou do presépio, ou a distribuição de presentes com ou sem Missa do Galo, começa a ser constrangedor, porque as filhozes e rabanadas não ligam com as campanhas do Banco Alimentar, e qualquer presente que se compre traz na factura o rótulo de "consumismo".
Mas, chamem-nos ingénuos, é fundamental acreditar ainda que as pessoas são intrinsecamente boas e que a Humanidade caminha irreversivelmente para estádios de desenvolvimento cada vez melhores. E o Natal surge como uma clara demonstração do que é possível... quando se quer.

Há quem desdenhe de certas coisas, como o envio de cartões de Natal (mesmo que pareçam – notem, «pareçam») despersonalizados quando remetidos a partir de uma lista de e-mails. Mas ainda que seja escrever um só texto e fazer send to undisclosed recipient, isso representa um momento em que pensamos em alguém. Mesmo que na lista de cem ou quinhentas pessoas haja apenas uma na nossa mente, já é uma. E uma pessoa é sempre uma importância, e o tempo que usamos a fazer isso poderia ser gasto noutra coisa qualquer – logo representa uma opção, seja apenas para limparmos qualquer consciência ou cumprirmos calendário. Claro que escrever um cartão e enviar pelos CTT, «à maneira antiga», a pensar no outro como pessoa singular, e de «outro em outro» rever as nossas amizades, afectos e carinhos, terá provavelmente um significado mais amplo, mas não reduzamos as intenções dos outros a meros estertores de um mundo artificial. Não é verdade.

Compram-se muitos presentes. Isso, sim, é verdade. A maioria das crianças, então, recebe para lá do limite. Também é verdade. Mas mesmo que possamos ver nesse gesto complexos de culpa, compensações do tempo que não lhes damos (até damos, muito mais do que as gerações precedentes), indulgências pelas nossas dificuldades em as educar (como se fossemos perfeitos e a nossa tarefa a dos deuses), o que é certo é que pensamos nelas. Nelas e nas pessoas a quem damos um presente, mesmo que o mais estandardizado e «despersonalizado». Despersonalizado, dirão, mas leva dois nomes: o de quem dá e o de quem recebe. O que personaliza, duplamente. Não será isso importante?

Visitamos amigos, telefonamos a outros, enviamos SMS (é, os velhos do Restelo dizem que é a coisa mais instantânea e banal, que é uma negação da relação pessoal, etc., etc. E até acentuam que já se escreve «q» com «k».... E isso importa?) Mesmo que o pensamento seja fulgurante, mesmo que quem recebe ouça o tim-tim da mensagem chegada e até por vezes nem perceba quem a enviou, não é bom saber que alguém (até mesmo por engano!) pensou em nós por um milissegundo?

As ruas têm luzes e as montras Pais Natais, logo desde Outubro. «Estão à cata do 13º mês...» – comentamos. E não é mentira. Algum dos Leitores, se fosse comerciante, gastaria dinheiro em iluminações se não fosse para chamar pessoas à vossa loja? Mas ainda bem que há luzes nas avenidas, e só é pena que haja pouca música nas ruas, como em algumas cidades europeias. Lá chegaremos.

O bolo-rei vende-se em Agosto? Talvez esse facto sirva para pensarmos no desadequado que isso é para nós – o que mostra que ainda entendemos as tradições e as coisas no seu devido lugar, e que o Natal representa algo de muito especial na cabeça de cada um.

Não devemos ser profetas da desgraça e está a faltar no nosso País uma injecção de crença, para além dos episódios de auto-estima futebolística. É bom acreditar nas pessoas. É bom ensinar às crianças que é bom acreditar nas pessoas, especialmente naquelas que as rodeiam. O mundo é tendencialmente bom. E os cartões de Boas Festas, os sorrisos dos que se entrecruzam nas ruas, as iluminações, os concertos nas Igrejas, os presentes e até a «sempre-presente» Música no Coração na televisão, no dia 25, têm um significado que nenhum bota-abaixo pode derrubar.

Não nos deve preocupar o Natal, nem porventura o rumo que o Natal toma, mas sim, isso sim, aqueles a quem ninguém envia um SMS porque nem sequer têm telemóvel, aqueles que não recebem uma visita de um amigo ou de um familiar porque vegetam num lar, mesmo que os profissionais se esforcem por tentar criar uma atmosfera natalícia, ou as crianças que sofrem abusos, maus-tratos, as que são espezinhadas e humilhadas, e para quem o Natal não existe.

Deve preocupar-nos, sim, que a época natalícia (e o Ano Novo) sejam entendidos como um momento óptimo e crítico para uma reflexão intensa e imensa, que nos produza melhorias e acertos, e que nos faça uma re-valorização do que somos e de quem somos. Bons, porque temos amigos e pessoas que nos amam e a quem amamos, mas menos do que podemos ser, porque muito há para fazer, e não temos feito tudo o que devíamos. Ou que o material possa, alguma vez, substituir o afectivo e o espiritual.

Se o pensamento do Natal servir, mesmo que com compras impostas pela publicidade, mesmo que com rituais estandardizados, para que olhemos para nós próprios e pra os nossos filhos, e repensemos quem somos e quem desejamos ser, quem eles são e quem desejaríamos que fossem, e ponderemos como colmatar o hiato entre as duas coisas, então o Natal cumpre a sua função.


Boas Festas para todos!