sexta-feira, 10 de maio de 2013

Mercado de Quinquilharias - toca a colaborar!


Há uma semana promovemos o Dia do Nariz Vermelho que rendeu 2 951,90 Euros. Temos em curso a Campanha de Recolha de Roupa para a Cáritas, tendo sido angariados, até ao momento, cerca de 140 quilos de roupa. Agradecemos a todos a colaboração, mas reconhecemos que não podemos parar e, por isso, continuamos a precisar do vosso apoio.

Vamos dar início à recolha de quinquilharias, para promovermos a 2.ª edição do Mercado de Quinquilharias. Este Mercado vai realizar-se durante a Semana Aberta do Agrupamento, no dia 5 de Junho (4.ª feira), em horário a divulgar.

Pedimos, assim, a todos os alunos que tragam quinquilharias – são muitos os objectos que entram nesta categoria – e as entreguem à funcionária de apoio à entrada da escola. Devem fazê-lo durante as próximas três semanas, a fim de podermos, atempadamente, inventariar os objectos e atribuir-lhes um preço. Precisamos da última semana para preparamos as bancas.

Tal como ocorreu no 1.º Período, a receita das vendas destina-se a comprar bens alimentares, que serão entregues ao Banco Alimentar.

Reconhecemos que o sucesso desta iniciativa, passa pelo seu apoio, mas também sabemos que podemos contar consigo. Pedimos-lhe, assim, que colabore connosco. O Filipa Solidário convida-o a seguir o evento no Facebook, o qual vai ser aberto na próxima semana. Aí vamos publicitar alguns dos produtos que vamos recolhendo. Solicitamos-lhe, ainda, que divulgue o Mercado junto da sua família e amigos. Ele está aberto não só aos alunos, professores, funcionários e encarregados de educação, como a todos os amigos e familiares destes, assim como à comunidade local, envolvente do Agrupamento. 

 A Equipa do Filipa Solidário

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Matemática - um "falso papão" - vamos a isso!

 
 
Boa sorte, mas cabeça fria. Não esquecer as vírgulas que podem transformar uma ersposta que era 100 em 0,01.
 
Ler bem os enunciados. Descrever primeiro, exemplificar depois, ou seja, não escrever: "Um gráfico circular é uma pizza...".
 
Ler várias vezes a pergunta e pensar no que é necessário responder. Ser rigoroso e objectivo. Pensar bem, mas não ficar "atrelado" a uma pergunta, esquecendo as restantes.
 
E ter calma. Muita calma. A Matemática não devora ninguém - afinal, não a usamos todos os dias, quanto mais não seja para saber que amanhã é dia 10?
 

Bom exame!

terça-feira, 7 de maio de 2013

A propósito de um caso que terá ocorrido nas imediações da Escola

(este, como os outros quadros, são do grande pintor norueguês Edvard Munch, e dizem respeito a abusos sexuais ou problemas relacionados)
 
Há dias ocorreu um episódio sobre o qual os pais já foram informados: parece que um indivíduo terá chamado algumas crianças que estavam no recreio e eventualmente tentado alguma espécie de contacto falado, através da rede, tendo depois pretensamente dado um beijo a uma aluna.
 
Se se tratava de um agressor sexual, de um demente ou de uma pessoa com falta de noção mínima da conveniência, não o sabemos, porque nada se sabe sobre o alegado agressor.
 
Uma coisa é certa, e isso deve ser bem sublinhado: é a primeira vez que um acontecimento deste tipo é referido, na nossa Escola, e antes que se desencadeie um alarmismo que possa interferir com o funcionamento da escola, causar medo ou mesmo pânico nas crianças ou lançar medidas de "vigilantismo" que sempre acabam mal, há que "parar para pensar".
 

  • desde 2002 que se encontra tipificado na lei, como crime público ou semi-público, o crime contra a autodeterminação sexual das pessoas;
  • relativamente a menores, considera-se sempre crime quando exercido por um adulto, e passa por atitudes como as que terão ocorrido, mesmo sem coação ou violência;
  • este tipo de crimes é comum mas, ao contrário do alguns pensam, é muito inferior ao que costumava ser - basta pensar no incesto e como ele era aceite;
  • há dois tipos de agressores: os que são estranhos à criança, e que constituem apenas cerca de 5 a 10% do total, e os que habitam a mesma casa ou são familiares ou conhecidos das crianças, e estes são a esmagadora maioria;
  • é preciso ver, em cada caso, se a ou as crianças envolvidas sentiram o facto como agressão, como o sentiram, o que aconteceu, saber os "comos", "ondes", "quandos" e outros pormenores, para identificar potenciais rastilhos de trauma que podem rebentar mais tarde;
  • contudo, é preciso um ENORME cuidado para não se causar "alarmismo social" porque isso poderá contaminar outras crianças, criar um sentimento de medo ou, também, fazer aumentar a desconfiança que já existe, completamente irrealista e injustificada, de que cada homem que pára para olhar para uma criança é um abusador;
  • refira-se que o número de mulheres que abusa de crianças é crescente, especialmente nas mães narcísicas patológicas, só que é um tipo de abuso ignorado e até recusado pelas "morais vigentes";
  • a Direcção da Escola, com a PSP e a APEE, e outras instituições, está a dar o seguimento ao caso, na medida em que alguma coisa possa ser feita;
  • os pais (e a Escola) devem referir às crianças que não convém aderir a esses "chamamentos", mas é preciso ultrapassar a velha e inútil frase de "Nunca fales com estranhos". Se um estranho disser "bom dia" ao entrar no mesmo elevador de uma criança, será bem educado que ela responda "bom dia!" - criar um clima de desconfiança é um erro, do ponto de vista psicológico e social;
  • um caso que terá ocorrido (os contornos totais ainda são indefinidos) não generaliza agora a prática, ou seja, não vamos pensar que todos os dias, os nossos filhos são alvo de agressores sexuais; pode ter sido, aliás, um homem demente ou senil a ter tido essa atitude.
Os pais saberão o que dizer aos filhos mas, por favor, não comecemos a "levantar barricadas" ou a educar as crianças para o medo. Não só é irrealista e desfasado dos acontecimentos e o rumo da sociedade, como é ineficaz, trazendo problemas de insegurança psicológica muito graves. Se "não se fala com estranhos", então, por maioria de razão (95% versus 5%) não se falaria com familiares e conhecidos.
 
Esclareça-se, porque ainda existe algum desconhecimento nesta área, designadamente ao nível da comunicação social, que a pedofilia não é crime nem nunca o poderá ser, ou seja, a orientação do desejo sexual tendo a criança como objeto é uma parafilia (um desvio da sexualidade) mas o que é crime é o abuso sexual ou o atentado contra a autodeterminação sexual. Assim, se um pedófilo não contactar com uma criança, não cometeu nenhum crime e, também ao contrário do que as pessoas geralmente dizem, a esmagadora maioria dos pedófilos nunca cometem esse crime e, por isso, têm graves perturbações psicológicas de não poderem concretizar o seu desejo sexual. Os casos como o da Casa Pia e outros, foram cometidos sobre crianças, não por pedofilia mas, principalmente, porque as vítimas, sendo crianças e ainda por cima rapazes, teriam, na perspetiva dos abusadores, mais hipóteses de se remeter ao silêncio, sobretudo, porque estavam também à guarda do "pior dos pais: o Estado - foi este sentimento de impunidade que levou os agressores a escolher estas vítimas;
 
Há precisamente 30 anos a trabalhar nesta área e tendo estado na origem da primeira Comissão de Protecção de Menores e da legislação que pune os crimes sexuais e que transformou estes crimes em públicos e semi-públicos, e como membro da Comissão Nacional dos Direitos da Criança, sempre defendi os interesses dos menores, designadamente no mais repugnante dos crimes e que mais marcas deixa, mas também o bom senso, a calma, o esclarecimento, o respeito pela compreensão das crianças enquanto crianças e não adultos, bem como o limitar acções demagógicas, explosivas ou esporádicas, que nada resolvem e muito atrasam na resolução dos problemas.
 
Mário Cordeiro
 

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Boa sorte, Quartos Anos!!!

 


 
Independentemente do que se possa pensar sobre estas avaliações todas e esta "examinite", BOA SORTE para todos os alunos. E confiemos no que os professores deles lhes ensinaram ao longo do ano.
 

domingo, 5 de maio de 2013

Feliz Dia da Mãe

 
Feliz Dia da Mãe - a todas as mães ou as que desempenham um papel maternal, como os professores, auxiliares, avós, tios e tantas outras pessoas.
 
Bem, hajam!

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Os exames estão à porta...

Os exames do 2º e do 4º ano estão aí à porta. E apesar de "valerem o que valem", já se nota, pelo menos em algumas crianças, um ambiente de stresse. Se é bom ter a noção das responsabilidades, não será tão adequado ficar-se em pânico ou aterrado, como se um ano inteiro pudesse ser avaliado em escassos minutos. Deixando de lado a discussão sobre a pertinência de exames finais nestas idades, ficam aqui algumas dicas, para que as coisas possam correr melhor. Leiam-nas com os vossos filhos:
 

--> o dia do exame cheguem a horas mas não embarquem na histeria habitual que se gera à porta da sala de exames;
--> não é difícil passar. O que não é fácil é ter boas notas, mas quem passou o ano "à sombra da bananeira" não pode esperar milagres. Quando se é sócio com lugar cativo do "Clube dos Aflitos" tem de se assumir a filosofia do clube... e quanto muito fazer um esforço para, no próximo ano, mudar de clube para um outro menos "angustiante";
--> comecem então a ler os enunciados das perguntas COM ATENÇÃO. Contem bem o número de perguntas a que têm de responder. Isto é essencial para não ficar nenhuma esquecida, como tantas vezes acontece... ainda por cima aquela de que nos esquecemos é sempre a mais fácil ou a que sabíamos melhor... Leiam novamente os enunciados e as eventuais instruções, e calculem o vosso tempo. Por exemplo, se o exame demora duas horas e o número de perguntas é de 24, então terão 5 minutos por pergunta. Se por acaso algumas forem de resposta curta e outras de desenvolvimento, contem cada uma destas como três ou quatro vezes as de resposta curta;
--> leiam bem os enunciados para verem realmente o que é que se pretende, mas não pensem que há "ratoeiras" em todo o lado. Bolas, os professores não são uma "cambada de sádicos"! Releiam o enunciado e perguntem a vocês próprios: o que é que "eles" querem. Enquanto fazem isso, o vosso cérebro procura logo as "gavetas" onde estará a informação necessária;
--> ponham o relógio em cima da mesa e toca a começar. É melhor seguir a ordem das perguntas. Baralhá-la é aumentar o risco de se esquecerem de responder a algumas perguntas;
--> quando o tempo que calcularam para cada pergunta terminar deixem espaço para acrescentar alguma coisa que vos falte e passem à pergunta seguinte. Não gastem demasiado tempo com cada pergunta porque o que interessa é dizer algo acerca de cada uma;
--> ao responderem a cada uma delas:
      1.    releiam o enunciado
      2.    organizem mentalmente a resposta
     3.    escrevam algumas ideias-chave numa folha à parte. Isto ajuda-vos a ver que, afinal, sempre sabem mais do que pensam.
     4.    não escrevam demais e, sobretudo, NÃO RESPONDAM AO QUE NÃO VOS É PEDIDO. Faz perder tempo e não têm mais valores por causa disso. Não é por responderem muito a uma pergunta que ela vale mais do que a cotação que tem. Além disso arriscam-se a escrever asneira e depois desconta...
    5.    quando não sabem - e é pouco provável que não saibam mesmo nada - NÃO INVENTEM nem comecem a falar de outras coisas que nada têm a ver com a pergunta em causa. Só irrita os professores porque andam há muito nisto e percebem que o aluno está a tentar enrolá-los...
·      escrevam com boa caligrafia porque senão correm o risco de as vossas respostas não se entenderem ou terem que ser quase soletradas, o que prejudica a valorização.
 
·      não percam tempo a copiar pelo vizinho. Para já não é certo que ele saiba mais do que vocês. Depois o professor pode topar e descontar ou mesmo anular o ponto. Além disso faz-vos perder muito tempo, tempo esse que podem aproveitar melhor a expor os VOSSOS conhecimentos.
 
E não se esqueçam da "regra dos 8 `C's";
1.    Calma
2.    Contar o número de perguntas
3.    Calcular e Controlar o tempo
4.    Cautela com os enunciados
5.   Construir a resposta mentalmente e com "ideias-chave" num papel à parte (sem perder muito tempo)
6.    Caligrafia boa
7.    Canetas em quantidade e que escrevam bem
8.    Confiança em vocês mesmos (sem excessos)
 

e boa-sorte!... que também é preciso...
 

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Dia Mundial da Dança


Dia Mundial da Dança - uma expressão artística libertadora e de uma enorme beleza estética, com tantas e tantas formas de expressão.

Um abraço especial aos professores e alunos da Escolinha de Hip-Hop!

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Quais os custos de diminuir as AEC e as CAF?


Independentemente das simpatias ideologicas, partidarias ou pessoais que se possam ter pelo autor, vale a pena ler o artigo de Daniel Oliveira no Expresso sobre o que "se diz" relativamente ao fim de parte do apoio nas AEC e das CAF. Fica aqui o link:

http://expresso.sapo.pt/comparticipacao-do-enriquecimento-curricular-o-barato-sai-caro=f802274

terça-feira, 23 de abril de 2013

Dia Mundial do Livro


Hoje é o Dia Mundial do Livro, ou seja, dos elementos da memória partilhada, dos monumentos de criatividade, dos relatos de histórias e de aventuras, dos dramas às comédias, dos sentimentos mais íntimos aos acontecimentos mais públicos.

"O mundo é um livro, e quem fica sentado em casa lê somente uma página", escreveu Santo Agostinho. Para Descartes, "A leitura de todos os bons livros é uma conversação com as mais honestas pessoas dos séculos passados." e Francis Bqacon considerou que "Há livros de que apenas é preciso provar, outros que têm de se devorar, outros, enfim, mas são poucos, que se tornam indispensáveis, por assim dizer, mastigar e digerir".
 
Quem lê muito, escreve melhor e fala melhor, pelo que terá mais ideias, mais conversas, mais argumentos e mais criatividade, para melhor escrever e melhor pensar. E mais ler...

Todos à Bilbioteca! E parabéns, Professora Graça Caldeira, extensíveis aos seus colaboradores e colaboradoras, por todo os esforços e o seu empenho em promover o Livro e a Leitura, mesmo contra ventos e marés.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Carta da Professora Maria José Remédios


 
Ainda o Nariz Vermelho: da Coordenadora do Projecto, Professsora Maria José Remédios, recebemos a seguinte carta:
 
Estimada Doutora Ana Lúcia Romão 

Em meu nome pessoal e dos alunos que integram o grupo de voluntariado do AEDFL venho agradecer o empenho colocado pela vossa associação na divulgação do Dia do Nariz Vermelho.
Gostaria ainda que fizesse chegar as minhas palavras, junto de todos os associados, para lhes manifestar o meu agradecimento, reconhecendo que o sucesso da adesão dos alunos do AEDFL ao voluntariado, manifestado no Dia do Nariz Vermelho, é devedor da acção educativa por eles desenvolvida, junto dos seus educandos,  e  com a qual a escola tem a missão de colaborar. 

Com os meus cumprimentos

 Maria José Remédios