segunda-feira, 11 de março de 2013

Riso - uma experiência a sério! A não perder.

A Fundação EDP apresenta no Museu da Eletricidade uma grande exposição dedicada ao riso. Organizada com as Produções Fictícias, “Riso: Uma Exposição a Sério” conta com pintura, desenho, instalações, vídeo, fotografia, escultura e performances, cinema, BD, programas de televisão, espectáculos, literatura, obras de artistas nacionais e internacionais, oriundas de alguns dos mais importantes museus e colecções particulares.

Comissariada por José Manuel dos Santos, João Pinharanda, Nuno Artur Silva e Nuno Crespo, este projeto parte de uma profunda investigação acerca dos dispositivos cómicos e humorísticos, tal como foram e são utilizados por diferentes protagonistas, em diferentes tempos e em diferentes áreas
 “E porque nada é mais sério do que o riso, fazer uma exposição sobre este tema é, na nossa época, pensar criticamente a vida, o mundo, a sociedade”, refere José Manuel dos Santos, diretor Cultural da Fundação EDP. Da arte à história, da literatura ao cinema, da filosofia à teologia, da política à sociologia, da psicologia à medicina, a exposição conta com também com algumas obras inéditas encomendadas pela Fundação EDP especialmente para esta exposição
 

“Riso: Uma Exposição a Sério” é composta quase meio milhar de obras de mais de 300 artistas e ocupa todo o piso de exposições do Museu da Eletricidade. Depois de grandes exposições biográficas (Callas, Amália), temáticas (POVO/People, LÁ FORA) e de arte moderna e contemporânea (Manuel Baptista, Vick Muniz, Julião Sarmento, Joana Vasconcelos, Edgar Martins, Vieira da Silva, Vitor Pomar, Prémio EDP Novos Artistas), apresentadas no Museu da Eletricidade, em Belém, a Fundação EDP marca a rentrée com esta exposição que tem as portas abertas ao público até 17 de Março de 2013.
A entrada na exposição – que está aberta todos os dias – exceto à 2ª feira - , das 10h00 às 18h00, tem entrada gratuita. As visitas guiadas e os ateliers para crianças estão sujeitos a marcação prévia.

sábado, 9 de março de 2013

1ª Semana da Música da EB1

1ª SEMANA DA MÚSICA EB1 SÃO JOÃO DE DEUS


1. Apresentação

Este ano lectivo decorrerá, pela primeira vez, a Semana da Música da EB 1 São João de Deus. Este evento consiste na apresentação de peças trabalhadas nas aulas de Música das AEC perante os pais e encarregados de educação. Estes momentos de interpretação para uma audiência configuram não só uma importante ferramenta pedagógica, motivando os alunos na aprendizagem e trabalhando a sua postura em público, mas também um momento de celebração e de partilha da Música.


2. Calendarização e local

- 12 de Março (terça-feira) - terceiros anos
- 13 de Março (quarta-feira) - primeiros anos
- 14 de Março (quinta-feira) - segundos anos
- 15 de Março (sexta-feira) - quartos anos

As apresentações serão sempre pontualmente às 16h00 no auditório do Liceu Filipa de Lencastre, terminando por volta das 16h45.


3. Programa

Primeiros anos:
- 1º A - Eu Tenho Uma Laranjinha (Tradicional de Resende)
- 1º B - O Melro (Tradicional da Madeira)
- 1º C - Chegou A Primavera (Miguel Fialho)
- 1º D - O Cuco (Cancioneiro)
- Tutti - Hino Da Quinta Da Amizade (Jorge Salgueiro e João Aguiar)

Segundos anos:
- 2º A - Ciranda (Cancioneiro)
- 2º B - O Nosso Galo (Cancioneiro)
- 2º C - Peixe Vivo (Folclore Brasileiro)
- 2º D - O Pinguim (Paulo de Carvalho / Carlos Mendes)
- Tutti - Fungagá Da Bicharada (José Barata Moura)

Terceiros anos:
- 3º A - Frére Jacques (melodia tradicional francesa)
- 3º B - Maria Albertina (António Variações)
- 3º C - O Corpo É Que Paga (António Variações)
- 3º D - Onde Vai A Bruxa (Maria Luísa Barreto)
- Tutti - Rapsódia Dos Cantautores (Adriano Correia de Oliveira, Zeca Afonso, José Mário Branco, Sérgio Godinho e Fausto)

Quartos anos:
- 4º A - Uma Amizade Assim (adaptação de "Yellow Submarine", The Beatles, letra do 4º A)
- 4º B - Amigos Do Coração (adaptação de "Hey Jude", The Beatles, letra do 4º B)
- 4º C - A Amizade (adaptação de "The Lion Sleeps Tonight", Solomon Linda, letra do 4º C) 
- 4º D - Mahna Mahna (Piero Umiliani)
- Tutti - É Tão Bom (Sérgio Godinho)


4. Logística para os Pais / Encarregados de Educação e Professores

Os alunos de cada uma das turmas serão levados para o auditório e trazidos de regresso à escola pelos professores. Os pais não deverão levar os filhos directamente do auditório, mas sim da porta da escola como de costume.


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sexta-feira, 8 de março de 2013

Dia da Mulher


Bom dia para todos, porque a felicidade e a dignidade das mulheres constroem-se com a ajuda, apoio e solidariedade dos homens. E vice-versa!

quarta-feira, 6 de março de 2013

Finalmente!

Deixar uma criança andar de bicicleta sem capacete pode resultar numa multa de até 300 euros, segundo as alterações que o Governo quer fazer ao Código da Estrada.
Na proposta de lei entregue ao Parlamento, onde agora seguirá o processo legislativo, as crianças até sete anos têm obrigatoriamente de andar de capacete. Se não o fizerem, prevêem-se multas de 60 a 300 euros, embora não seja claro a quem, em concreto, elas serão aplicadas.

Ressalve-se que a primeira proposta feita neste sentido remonta a 1998, no âmbito da DGS e de outras instituições, ou seja, há 15 anos atrás. Na altura foi elaborada legislação, com a respectiva fundamentação, mas nunca os governos, desde então, retomaram a iniciativa.



Os acidentes de bicicleta, em crianças e adolescentes, são um problema de Saúde Pública emergente em Portugal. Dados da Direcção Geral de Viação e do Observatório Nacional de Saúde apontam para um número significativo de vítimas de acidentes de velocípedes nestas idades. Mas apesar do traumatismo craniano ter sido a principal causa de morte e handicap das vítimas, apenas um número ínfimo de crianças usava capacete. E o capacete reduz o risco de traumatismo craniano em 88%.
Um estudo, realizado na Faculdade de Ciências Médicas de Lisboa, intitulado “Pedalar com Cabeça”, teve como objectivo avaliar o uso do capacete e as suas condicionantes, em crianças ciclistas dos 5 aos 14 anos e a atitude dos respectivos encarregados de educação.
Apenas 37% das crianças usavam capacete, e destas, somente 6% o tinham bem colocado e respeitando as condições de segurança. Constatou-se também que o papel dos pais era fundamental na educação das crianças, nomeadamente, no incentivo ao uso.
Por outro lado, os dados hospitalares são "arrepiantes", mostrando um número muito grande de crianças assistidas e, inclusivamente, casos mortais e de handicap definitivo. Perante os resultados obtidos, torna-se evidente a necessidade de fomentar a compra e o uso do capacete, como parte de um bloco de medidas necessárias para enraizar uma cultura de segurança em Portugal.
Pedalar com cabeça talvez seja mais rentável do que arriscar-se a escavacar o “computador central” em qualquer lancil do passeio.  
PS: de qualquer forma, mesmo com lei, competirá aos pais, desde o processo de compra/oferta da bicicleta até ao dia-a-dia, insistir neste assunto. Deixar crianças andar de bicicleta sem capacete é expô-las a um risco elevado: quando cai, uma criança tenta agarrar-se ao guiador, não se defende, bate com a parte lateral da cabeça onde, precisamente, o osso é mais fraco (o osso "parietal") e passa a artéria meníngea média, facilmente conducente a uma extensa hemorragia cerebral. A queda lateral dá uma pancada de "coelho" que não precisa de ser forte para magoar, e muito.
O mesmo se diz do cotovelo e do joelho, articulações muito complexas que também devem ser protegidas quando do andar de bicicleta.

É pena que um país que perdeu o seu maior campeão ciclista, Joaquim Agostinho, na sequên­cia de um traumatismo craniano resultante de uma queda quando o ciclista conduzia sem capacete, ainda esteja tão longe de se aperceber dos riscos que os jovens ciclistas correm.

terça-feira, 5 de março de 2013

Interrupção Lectiva da Páscoa


Caros pais e encarregados de educação,
As férias escolares da Páscoa estão a chegar e a APEE organizou um Programa de Atividades, que incluirá ateliers de expressão plástica, construção de postais de Páscoa, culinária, ilustração, música, jogos, entre outros. Durante a primeira semana irá ainda decorrer, na nossa escola, o Campeonato Distrital de Xadrez da AXL – 2013. As atividades funcionarão entre as 8h30m e as 18h30, com propostas diversificadas e de escolha livre.
Relembramos que, de acordo com as normas de funcionamento do serviço de refeições do Agrupamento, todas as refeições deverão ser marcadas aquando da inscrição. Posteriormente, deverá ser feito o pagamento na loja escolar do Agrupamento. Tratando-se de interrupção letiva, o pagamento das refeições não poderá ser realizado com o cartão escolar e a falta do pagamento antecipado das refeições implicará o não fornecimento das mesmas.

Informamos que as inscrições estão abertas até ao dia 12 de março via email para ferias@apeesjd.pt ou nos serviços administrativos da APEE EB1 São João de Deus, entre as 17:30h e as 18:50h.
Enviamos em anexo a ficha de inscrição bem como diversos esclarecimentos adicionais ao programa de atividades.
Contamos com muito divertimento para as nossas crianças!
Cordiais cumprimentos.


sábado, 2 de março de 2013

Escolas públicas batem privadas na preparação para a Universidade


(do Público)
 
quadro desempenho_universitriosAs escolas privadas preparam melhor os alunos para os exames, mas não para terem um bom desempenho na universidade. A Universidade do Porto (UP) analisou o percurso académico de 4280 estudantes admitidos no ano lectivo 2008/09 e concluiu que, entre os 2226 que concluíram pelo menos 75% das cadeiras dos três primeiros anos, os estudantes que provinham de escolas públicas apresentavam melhores resultados académicos do que os provenientes das privadas.

"As escolas privadas têm grande capacidade para preparar os alunos para entrar, mas o que se verificou é que, passados três anos, estes alunos mostraram estar mais mal preparados para a universidade do que os que vieram da escola pública", adiantou ao PÚBLICO José Sarsfield Cabral, pró-reitor da UP para a área da melhoria contínua. Esta constatação baseia-se no facto de estes últimos estarem mais representados no grupo dos 10% melhores daquele ano lectivo.
 
Exemplos? A secundária Garcia de Orta, uma escola pública do Porto, que naquele ano lectivo "colocou" 114 alunos em diferentes faculdades da UP, tinha, ao fim de três anos, 14 desses alunos (12%) entre os 10% melhores do ano. Já o Externato Ribadouro, também do Porto mas privado, colocou 154 alunos na UP, muitos dos quais em Medicina, mas, no fim do terceiro ano, apenas cinco integravam o grupo dos melhores (3%). A Garcia de Orta vinha colocada em 6.º no ranking das secundárias desse ano, enquanto o Externato Ribadouro beneficiava de um confortável 3.º lugar.
 
Do Colégio do Rosário, que tem surgido nos três primeiros lugares dos rankings, transitaram 56 alunos para a UP. Três anos depois, apenas três se incluíam entre os 10% com melhor desempenho académico. Do mesmo modo, o Colégio Luso-Francês, com 39 alunos admitidos, tinha apenas dois no top 10. (Neste estudo, a Universidade do Porto utilizou os critérios dos rankings do PÚBLICO, adaptando-os ao universo das escolas secundárias citadas neste trabalho da UP).
 
Em termos globais, por cada 100 estudantes provenientes das escolas públicas que concluíram pelo menos 75% das cadeiras dos três anos, havia 10,69 no grupo dos melhores. No caso das escolas privadas, esse número era de 7,98.
 
O documento (que surge como um alerta contra o facilitismo na utilização dos rankings e que procura rebater a ideia de falência do ensino público) sublinha que o melhor desempenho dos estudantes das escolas públicas é ainda "mais relevante pelo facto de as escolas privadas de maior prestígio fazerem uma selecção social dos seus estudantes".
 
"O desempenho dos estudantes no superior requer habilidades e capacidades que não são aquelas que decorrem de o aluno saber muito bem a matéria dos exames. Temos alunos que vieram de escolas de província, e que tiveram que resistir a muita coisa e superar muitas dificuldades para chegar ao superior, e que se tornaram alunos excelentes; provavelmente porque já vinham apetrechados com qualidades que um aluno demasiado protegido não tem", admite Sarsfield Cabral. "Os alunos das privadas saem-se pior porque estarão habituados a ser mais acompanhado e, quando passam para a universidade, onde são considerados adultos, perdem esse tipo de aconchego", concorda Alberto Amaral, do Centro de Investigação de Políticas do Ensino Superior e ex-reitor da UP.
 
Este estudo (o primeiro do género e que foi repetido no ano lectivo seguinte, sendo que estes últimos resultados deverão ser conhecidos dentro de dois meses) partiu de uma amostra inicial de 4280 alunos. Destes, 954 abandonaram os estudos, 83 tinham-se recandidatado a outros cursos, 131 tinham concluído menos de 45 dos 180 créditos do curso, 303 tinham completado entre 45 e 90 créditos, 583 entre 90 e 135 créditos e apenas 2226 tinham completado mais de 135 créditos, ou seja, o equivalente a 75% das cadeiras do curso. Foi no desempenho académico destes últimos que a análise se baseou. Entre as conclusões possíveis, destaca-se a de que os alunos que recorrem às bolsas — e beneficiam delas — têm desempenhos comparáveis aos que não precisam do apoio social. Ao contrário, os que se candidatam e vêem negado aquele apoio tendem a sair-se pior, o que "evidencia bem a importância da Acção Social", segundo Sarsfield Cabral.
 
Para o pró-reitor, resulta claro que as universidades deveriam estar a equacionar formas alternativas ou complementares de selecção dos seus alunos. "Dos 340 alunos que naquele ano entraram nos dois cursos de Medicina da UP, todos com notas elevadíssimas e separadas por centésimas, havia, um ano depois, quem tirasse 20 e quem nem aos 10 conseguisse chegar. Isto torna muito claro que a nota de entrada do aluno não permite perceber qual vai ser o seu desempenho, o que nos leva a questionar se o critério de selecção dos alunos não estará a deixar de fora alunos que podem vir a revelar-se excelentes", questiona.
 
Sarsfield defende assim que as universidades devem estudar métodos alternativos de selecção dos alunos. "Há de certeza outras variáveis que merecem ser consideradas. As universidades têm de começar a olhar para o exemplo das universidades estrangeiras e pensar em soluções".

sexta-feira, 1 de março de 2013

Ciência Descoberta, na Gulbenkian


Amanhã, dia 2 de março abre ao público, na sede da Fundação Calouste Gulbenkian, a exposição 360º Ciência Descoberta, que pretende fazer luz sobre uma página mal conhecida da história da ciência, na qual Portugueses e Espanhóis surgem, durante o período das grandes navegações oceânicas, como precursores da ciência moderna do século XVII.

De acordo com o comissário, Henrique Leitão, investigador do Centro Interuniversitário de História das Ciências e da Tecnologia da Faculdade de Ciências (UL), nunca descobrimos o tom certo para contar esta história, onde não há génios como Copérnico, Galileu ou Kepler, mas onde se assistiu um modo fascinante de acumular e gerir o conhecimento, que se tornou caso único na Europa.
360º Ciência Descoberta pretende mostrar o modo surpreendente como Portugueses e os Espanhóis lidaram com a novidade e a incorporaram, conduzindo a um conjunto de fenómenos da maior importância para o surgimento da ciência moderna e que serão desenvolvidos ao longo de seis núcleos: O saber pela palavra; O espanto da novidade; Do Mediterrâneo ao mundo todo; Cada estrela é um número; Planear: a gestão do saber e Do Mundo Novo, uma Ciência Nova.

Uma parede repleta de nomes vai homenagear cerca de três centenas de pessoas que deram o seu contributo, e que são apenas uma pequena parte de uma multidão de heróis anónimos que protagonizaram um extraordinário período da História europeia e mundial.

Esta exposição traz pela primeira vez ao nosso país peças ilustrativas deste período dourado da ciência Ibérica, como mapas e manuscritos raros, produtos naturais, instrumentos e livros.

A exposição pode ser visitada até ao dia 2 de junho.


VISITAS ORIENTADAS em março
À conversa com o comissário às 15h
Sábados 2 e 16 de março
Uma viagem de 360 às 16h30
Quintas e Sábados 2, 7, 9, 14, 16, 21, 23, 28 e 30 março
O essencial sobre… Cartas e cartografia às 17h
Sexta, 8 março
Arte e Ciência a Oriente e a Ocidente às 15h
Quarta, 13 março
informações e compra bilhete online:
www.descobrir.gulbenkian.pt

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

O Lago dos Cisnes - a não perder


No Teatro Camões está em cena "O Lago dos Cisnes", bailado em quatro atos do compositor russoTshaikowsky, com libreto de Vladimir Begithchev e Vasily Geltzer, estreado no Bolshoi, em Moscovo, a 20 de fevereiro de 1877.

A versão agora em cena tem a coreografia Fernando Duarte, segundo a coreografia de Marius Petipa e Lev Ivanov, e figurinos de José António Tenente.

A interpretação musical é da Orquestra Metropolitana de Lisboa, sob a direcção de Cesário Costa.


Nos dias 22 e 28 de fevereiro, 1 e 2 de março às 21h00,  e dias 24 de fevereiro e 3 março às 16h00,
Bilhetes entre 5€ (crianças) e 25€ (adultos),

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Relatório da Visita à Cantina


RELATÓRIO DA VISITA À CANTINA

realizada no dia 18 de Fevereiro de 2013


·         À semelhança do que tem sido feito pelos pais do 2º/3º Ciclo, fizemos uma visita à Cantina onde dois elementos da APEE almoçaram.
 
·         A visita era do conhecimento da Direção de escola e agrupamento desde a manhã do dia da visita, não sendo do conhecimento da empresa que fornece os almoços.

·         CHEGADA: 12:40:

o   As turmas do 1º ano estavam já a comer

o   Estavam a sentar-se algumas do 2º e outras esperavam ainda na fila. A fila tem em média a dimensão de uma turma, já que as crianças vêm em grupos de turma, acompanhadas pelos monitores e/ou professores.

o   Os monitores, existem excecionalmente na EB1 São João de Deus, por se tratar de um 1º ciclo onde o refeitório não está no mesmo edifício.
 

·         ALMOÇO: 12:50:

o   A Ementa do dia foi:
§  Sopa de Ervilhas
§  Almondegas de frango com arroz e salada
§  Fruta
§  Pão
 

o   Quanto à nossa apreciação:
§  Sopa – Boa apresentação, sabor bom, mas excessivamente aguada (foi nos dito que tinha a ver com o facto da sopa ao longo do período engrossar por estar em banho maria…)
§  Prato Principal: Boa apresentação, sabor bom (as almondegas, talvez ligeiramente apimentadas para algumas crianças)
§  Fruta: Maças amarelas, vermelhas ou laranjas: Boa apresentação, sabor bom.


o   O almoço das crianças:
§  A maioria comeu tudo, sendo o maior desperdício ao nível da fruta e da salada.
§  Ao nível da fruta uma dificuldade pode ser o descascar da fruta, no entanto também aqui as monitoras vão dando alguma ajuda.
 
§  As monitoras acompanham o almoço, sem pressionarem as crianças para se despacharem, mas pedindo aos mais atrasados para comerem. Estas vão comendo ao seu ritmo e quando estão despachadas, juntam-se à porta para voltarem à EB1



NOTAS  FINAIS
  
o   As crianças perguntavam à entrada, o que estávamos a fazer e à nossa resposta, comentavam “A comida é muito má”
 
No final quando perguntávamos concretamente: “E hoje, como estava a comida?” A resposta era na quase totalidade dos casos: “Hoje estava boa…mas têm de experimentar o peixe”.  – É o que faremos a seguir!!!
o   A quantidade de comida pareceu-nos apropriada para a média das crianças. No entanto admitimos que algumas comeriam mais.
 
o   Embora tivéssemos assistido a uma criança, que pediu para repetir, ter-lhe sido dado mais uma almondega com arroz, foi também possível saber junto das crianças, que é raro ser possível repetir e que algumas já não pedem porque a resposta é não.
 
o   O Refeitório é muito barulhento, não havendo limite ao barulho.