terça-feira, 5 de março de 2013

Interrupção Lectiva da Páscoa


Caros pais e encarregados de educação,
As férias escolares da Páscoa estão a chegar e a APEE organizou um Programa de Atividades, que incluirá ateliers de expressão plástica, construção de postais de Páscoa, culinária, ilustração, música, jogos, entre outros. Durante a primeira semana irá ainda decorrer, na nossa escola, o Campeonato Distrital de Xadrez da AXL – 2013. As atividades funcionarão entre as 8h30m e as 18h30, com propostas diversificadas e de escolha livre.
Relembramos que, de acordo com as normas de funcionamento do serviço de refeições do Agrupamento, todas as refeições deverão ser marcadas aquando da inscrição. Posteriormente, deverá ser feito o pagamento na loja escolar do Agrupamento. Tratando-se de interrupção letiva, o pagamento das refeições não poderá ser realizado com o cartão escolar e a falta do pagamento antecipado das refeições implicará o não fornecimento das mesmas.

Informamos que as inscrições estão abertas até ao dia 12 de março via email para ferias@apeesjd.pt ou nos serviços administrativos da APEE EB1 São João de Deus, entre as 17:30h e as 18:50h.
Enviamos em anexo a ficha de inscrição bem como diversos esclarecimentos adicionais ao programa de atividades.
Contamos com muito divertimento para as nossas crianças!
Cordiais cumprimentos.


sábado, 2 de março de 2013

Escolas públicas batem privadas na preparação para a Universidade


(do Público)
 
quadro desempenho_universitriosAs escolas privadas preparam melhor os alunos para os exames, mas não para terem um bom desempenho na universidade. A Universidade do Porto (UP) analisou o percurso académico de 4280 estudantes admitidos no ano lectivo 2008/09 e concluiu que, entre os 2226 que concluíram pelo menos 75% das cadeiras dos três primeiros anos, os estudantes que provinham de escolas públicas apresentavam melhores resultados académicos do que os provenientes das privadas.

"As escolas privadas têm grande capacidade para preparar os alunos para entrar, mas o que se verificou é que, passados três anos, estes alunos mostraram estar mais mal preparados para a universidade do que os que vieram da escola pública", adiantou ao PÚBLICO José Sarsfield Cabral, pró-reitor da UP para a área da melhoria contínua. Esta constatação baseia-se no facto de estes últimos estarem mais representados no grupo dos 10% melhores daquele ano lectivo.
 
Exemplos? A secundária Garcia de Orta, uma escola pública do Porto, que naquele ano lectivo "colocou" 114 alunos em diferentes faculdades da UP, tinha, ao fim de três anos, 14 desses alunos (12%) entre os 10% melhores do ano. Já o Externato Ribadouro, também do Porto mas privado, colocou 154 alunos na UP, muitos dos quais em Medicina, mas, no fim do terceiro ano, apenas cinco integravam o grupo dos melhores (3%). A Garcia de Orta vinha colocada em 6.º no ranking das secundárias desse ano, enquanto o Externato Ribadouro beneficiava de um confortável 3.º lugar.
 
Do Colégio do Rosário, que tem surgido nos três primeiros lugares dos rankings, transitaram 56 alunos para a UP. Três anos depois, apenas três se incluíam entre os 10% com melhor desempenho académico. Do mesmo modo, o Colégio Luso-Francês, com 39 alunos admitidos, tinha apenas dois no top 10. (Neste estudo, a Universidade do Porto utilizou os critérios dos rankings do PÚBLICO, adaptando-os ao universo das escolas secundárias citadas neste trabalho da UP).
 
Em termos globais, por cada 100 estudantes provenientes das escolas públicas que concluíram pelo menos 75% das cadeiras dos três anos, havia 10,69 no grupo dos melhores. No caso das escolas privadas, esse número era de 7,98.
 
O documento (que surge como um alerta contra o facilitismo na utilização dos rankings e que procura rebater a ideia de falência do ensino público) sublinha que o melhor desempenho dos estudantes das escolas públicas é ainda "mais relevante pelo facto de as escolas privadas de maior prestígio fazerem uma selecção social dos seus estudantes".
 
"O desempenho dos estudantes no superior requer habilidades e capacidades que não são aquelas que decorrem de o aluno saber muito bem a matéria dos exames. Temos alunos que vieram de escolas de província, e que tiveram que resistir a muita coisa e superar muitas dificuldades para chegar ao superior, e que se tornaram alunos excelentes; provavelmente porque já vinham apetrechados com qualidades que um aluno demasiado protegido não tem", admite Sarsfield Cabral. "Os alunos das privadas saem-se pior porque estarão habituados a ser mais acompanhado e, quando passam para a universidade, onde são considerados adultos, perdem esse tipo de aconchego", concorda Alberto Amaral, do Centro de Investigação de Políticas do Ensino Superior e ex-reitor da UP.
 
Este estudo (o primeiro do género e que foi repetido no ano lectivo seguinte, sendo que estes últimos resultados deverão ser conhecidos dentro de dois meses) partiu de uma amostra inicial de 4280 alunos. Destes, 954 abandonaram os estudos, 83 tinham-se recandidatado a outros cursos, 131 tinham concluído menos de 45 dos 180 créditos do curso, 303 tinham completado entre 45 e 90 créditos, 583 entre 90 e 135 créditos e apenas 2226 tinham completado mais de 135 créditos, ou seja, o equivalente a 75% das cadeiras do curso. Foi no desempenho académico destes últimos que a análise se baseou. Entre as conclusões possíveis, destaca-se a de que os alunos que recorrem às bolsas — e beneficiam delas — têm desempenhos comparáveis aos que não precisam do apoio social. Ao contrário, os que se candidatam e vêem negado aquele apoio tendem a sair-se pior, o que "evidencia bem a importância da Acção Social", segundo Sarsfield Cabral.
 
Para o pró-reitor, resulta claro que as universidades deveriam estar a equacionar formas alternativas ou complementares de selecção dos seus alunos. "Dos 340 alunos que naquele ano entraram nos dois cursos de Medicina da UP, todos com notas elevadíssimas e separadas por centésimas, havia, um ano depois, quem tirasse 20 e quem nem aos 10 conseguisse chegar. Isto torna muito claro que a nota de entrada do aluno não permite perceber qual vai ser o seu desempenho, o que nos leva a questionar se o critério de selecção dos alunos não estará a deixar de fora alunos que podem vir a revelar-se excelentes", questiona.
 
Sarsfield defende assim que as universidades devem estudar métodos alternativos de selecção dos alunos. "Há de certeza outras variáveis que merecem ser consideradas. As universidades têm de começar a olhar para o exemplo das universidades estrangeiras e pensar em soluções".

sexta-feira, 1 de março de 2013

Ciência Descoberta, na Gulbenkian


Amanhã, dia 2 de março abre ao público, na sede da Fundação Calouste Gulbenkian, a exposição 360º Ciência Descoberta, que pretende fazer luz sobre uma página mal conhecida da história da ciência, na qual Portugueses e Espanhóis surgem, durante o período das grandes navegações oceânicas, como precursores da ciência moderna do século XVII.

De acordo com o comissário, Henrique Leitão, investigador do Centro Interuniversitário de História das Ciências e da Tecnologia da Faculdade de Ciências (UL), nunca descobrimos o tom certo para contar esta história, onde não há génios como Copérnico, Galileu ou Kepler, mas onde se assistiu um modo fascinante de acumular e gerir o conhecimento, que se tornou caso único na Europa.
360º Ciência Descoberta pretende mostrar o modo surpreendente como Portugueses e os Espanhóis lidaram com a novidade e a incorporaram, conduzindo a um conjunto de fenómenos da maior importância para o surgimento da ciência moderna e que serão desenvolvidos ao longo de seis núcleos: O saber pela palavra; O espanto da novidade; Do Mediterrâneo ao mundo todo; Cada estrela é um número; Planear: a gestão do saber e Do Mundo Novo, uma Ciência Nova.

Uma parede repleta de nomes vai homenagear cerca de três centenas de pessoas que deram o seu contributo, e que são apenas uma pequena parte de uma multidão de heróis anónimos que protagonizaram um extraordinário período da História europeia e mundial.

Esta exposição traz pela primeira vez ao nosso país peças ilustrativas deste período dourado da ciência Ibérica, como mapas e manuscritos raros, produtos naturais, instrumentos e livros.

A exposição pode ser visitada até ao dia 2 de junho.


VISITAS ORIENTADAS em março
À conversa com o comissário às 15h
Sábados 2 e 16 de março
Uma viagem de 360 às 16h30
Quintas e Sábados 2, 7, 9, 14, 16, 21, 23, 28 e 30 março
O essencial sobre… Cartas e cartografia às 17h
Sexta, 8 março
Arte e Ciência a Oriente e a Ocidente às 15h
Quarta, 13 março
informações e compra bilhete online:
www.descobrir.gulbenkian.pt

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

O Lago dos Cisnes - a não perder


No Teatro Camões está em cena "O Lago dos Cisnes", bailado em quatro atos do compositor russoTshaikowsky, com libreto de Vladimir Begithchev e Vasily Geltzer, estreado no Bolshoi, em Moscovo, a 20 de fevereiro de 1877.

A versão agora em cena tem a coreografia Fernando Duarte, segundo a coreografia de Marius Petipa e Lev Ivanov, e figurinos de José António Tenente.

A interpretação musical é da Orquestra Metropolitana de Lisboa, sob a direcção de Cesário Costa.


Nos dias 22 e 28 de fevereiro, 1 e 2 de março às 21h00,  e dias 24 de fevereiro e 3 março às 16h00,
Bilhetes entre 5€ (crianças) e 25€ (adultos),

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Relatório da Visita à Cantina


RELATÓRIO DA VISITA À CANTINA

realizada no dia 18 de Fevereiro de 2013


·         À semelhança do que tem sido feito pelos pais do 2º/3º Ciclo, fizemos uma visita à Cantina onde dois elementos da APEE almoçaram.
 
·         A visita era do conhecimento da Direção de escola e agrupamento desde a manhã do dia da visita, não sendo do conhecimento da empresa que fornece os almoços.

·         CHEGADA: 12:40:

o   As turmas do 1º ano estavam já a comer

o   Estavam a sentar-se algumas do 2º e outras esperavam ainda na fila. A fila tem em média a dimensão de uma turma, já que as crianças vêm em grupos de turma, acompanhadas pelos monitores e/ou professores.

o   Os monitores, existem excecionalmente na EB1 São João de Deus, por se tratar de um 1º ciclo onde o refeitório não está no mesmo edifício.
 

·         ALMOÇO: 12:50:

o   A Ementa do dia foi:
§  Sopa de Ervilhas
§  Almondegas de frango com arroz e salada
§  Fruta
§  Pão
 

o   Quanto à nossa apreciação:
§  Sopa – Boa apresentação, sabor bom, mas excessivamente aguada (foi nos dito que tinha a ver com o facto da sopa ao longo do período engrossar por estar em banho maria…)
§  Prato Principal: Boa apresentação, sabor bom (as almondegas, talvez ligeiramente apimentadas para algumas crianças)
§  Fruta: Maças amarelas, vermelhas ou laranjas: Boa apresentação, sabor bom.


o   O almoço das crianças:
§  A maioria comeu tudo, sendo o maior desperdício ao nível da fruta e da salada.
§  Ao nível da fruta uma dificuldade pode ser o descascar da fruta, no entanto também aqui as monitoras vão dando alguma ajuda.
 
§  As monitoras acompanham o almoço, sem pressionarem as crianças para se despacharem, mas pedindo aos mais atrasados para comerem. Estas vão comendo ao seu ritmo e quando estão despachadas, juntam-se à porta para voltarem à EB1



NOTAS  FINAIS
  
o   As crianças perguntavam à entrada, o que estávamos a fazer e à nossa resposta, comentavam “A comida é muito má”
 
No final quando perguntávamos concretamente: “E hoje, como estava a comida?” A resposta era na quase totalidade dos casos: “Hoje estava boa…mas têm de experimentar o peixe”.  – É o que faremos a seguir!!!
o   A quantidade de comida pareceu-nos apropriada para a média das crianças. No entanto admitimos que algumas comeriam mais.
 
o   Embora tivéssemos assistido a uma criança, que pediu para repetir, ter-lhe sido dado mais uma almondega com arroz, foi também possível saber junto das crianças, que é raro ser possível repetir e que algumas já não pedem porque a resposta é não.
 
o   O Refeitório é muito barulhento, não havendo limite ao barulho.

 

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Este carnaval foi "ao quadradinhos"



Durante os 3 dias de férias de Carnaval cerca de 60 jovens, dos quais 15 do nosso agrupamento, jogaram xadrez na cantina do Edifício Principal.
Para quem tem o gosto por jogar, estas férias foram bastante divertidas, porque proporcionaram um alegre convívio ente jogadores de diferentes clubes.
 
Estiveram representados 6 clubes diferentes!










Os resultados foram bastante bons, até porque tivemos inúmeros estreantes em competição. Por escalão, marcados a azul, estão os alunos do agrupamento
 
RESULTADOS
SUB8, corresponde a alunos do 1º e 2º ano



SUB 10, corresponde a alunos do 3º e 4º ano.

Não tivemos nenhuma representação, em sub12, sub16 e sub18 e 20, onde competiram mais 24 jovens.

Obrigada às crianças, aos pais e a todos os que na escola possibilitaram esta atividade.


Para além do Torneio da escola, tivemos duas participantes nos Distritais Femininos, a Camila Avelino e a Sofia Domingos, ambas do 3º ano da EB1, que se classificaram em 4º e 5º lugar, respetivamente.
 

Detestava? Vale a pena ir ver, para saber se é verdade...


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Mais vitórias no Xadrez

Hoje será o último dia de Torneio na escola. Aproveito a oportunidade para convidar a Direção do Agrupamento e a Direção da APEE para passarem pela cantina da escola durante a tarde.  A entrega de prémios deverá ser por volta das 18 horas.
Envio o link à página da Associação de Xadrez de Lisboa, onde saíu ontem uma notícia sobre o nosso torneio, com o seguinte texto:

Torneio Jovem de Carnaval do D.Filipa de Lencastre: um êxito! O 2.º torneio preliminar do CD Jovens AXL 2012/2013 decorre, desde 11 até 13 de fevereiro, e tem sido um êxito: cerca de 6 dezenas de jovens, alguns no seu 1.º torneio oficial, medem forças com outros já mais experientes!

Estas provas são essenciais para que os jovens não se apresentem no Distrital de Jovens sem um mínimo de experiência!
A AXL já visitou o local e ficou muito agradada quer com o nível organizativo quer com as excelentes condições que o Agrupamento de Escolas de D. Filipa de Lencastre proporcionou aos jovens.

Consultem os emparceiramentos da 5ª ronda: mais informações em chess-results! E bons lances!!

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013



As Férias Escolares do Carnaval aproximam-se e mais uma vez, à semelhança dos anos anteriores, a Associação de Pais organizou um Programa de Atividades de Carnaval 2013.

Nestas miniférias as atividades funcionarão entre as 8h30m...
e as 18h30, com propostas diversificadas e de escolha livre. Os ateliers serão variados para dar resposta aos diferentes interesses das crianças: construção de máscaras e adereços de Carnaval, jogos e outros divertimentos, desporto e uma festa e cortejo de máscaras.

Este Programa de Atividades realizar-se-á nos dias 11,12 e 13 de fevereiro, e terá um custo de 10€, independentemente dos dias de frequência.

Recordamos que, para a frequência do Programa de Atividades de Carnaval, é necessário ser associado da APEE (30€/ano).

Para as crianças que não frequentam as atividades diárias da CAF haverá ainda uma comparticipação adicional relativa à mensalidade de fevereiro, no valor de 10€.

De acordo com as normas de funcionamento do serviço de refeições do Agrupamento, todas as refeições deverão ser marcadas quando for efetivada a inscrição. Posteriormente, até ao dia 6 de fevereiro, deverá ser realizado o pagamento das refeições marcadas na Loja Escolar do Agrupamento. Relembramos que, tratando-se de interrupção letiva, o pagamento das refeições não poderá ser realizado com o Cartão Escolar e que a falta do pagamento antecipado das refeições implicará o não fornecimento das mesmas. Não é possível fazer desmarcação de refeições.

As inscrições serão feitas por e-mail, para o endereço ferias@apeesjd.pt e o pagamento, preferencialmente por transferência bancária para o NIB 000700001003730023523.