Para quem acredita na Escola Pública, como nós, vale a pena ler.
E pensar, porventura, como poderemos dar mais alguma coisa para esta "causa", em tempos de "vacas anorécticas"...
A vacinação continua muito aquém do desejado, seja nos idosos, seja nas crianças com doenças crónicas e asma ou nas grávidas que - muitas delas ignoram - são o grupo de maior risco, devendo vacinar-se (não havendo contra-indicação) sorbetudo após as 12 semanas de gestação.
A leitura de um livro, por exemplo, ao obrigar a criança a imaginar, a construir mentalmente as imagens, vai permitir uma “apropriação” daquele conteúdo “mais duradoura”. Também o psiquiatra Luís Patrício, defendu que “vale a pena ler um livro, folheá-lo, é uma relação mais quentinha”.
Tudo isto pode ter influência na forma como as crianças se portam na escola, como se concentram, ou não, a ler um livro ou a ouvir um professor falar numa aula de uma hora seguida.
Quando os autores (e os subscritores) da petição escrevem que "se não se abatem pessoas por cometerem erros, por roubarem, por matarem...então também não o façam com os animais!" atingem o grau zero do surrealismo, comparando pessoas com animais. Das duas, uma: ou deixam de comer carne, ou passam a ser canibais. Sejamos coerentes!