Constatámos uma situação que merece reflexão por parte dos pais, educadores, professores e da própria Escola. O número de pais separados ou divorciados é cada vez maior e, dentro destes, o número de pais com guarda conjunta (responsabilidade parental repartida por igual) também crescente.
A Escola ignora muitas vezes a dinâmica social, de que é exemplo a instituição de apenas um Encarregado de Educação. Consideramos esta regra (norma?) errada, dado que, ao fazer isso, a Escola poderá negar informação, representação, direitos e deveres a um dos progenitores, ou contribuir para situações menos claras de manipulação e de "guerra" entre pais.
Assim, defendemos que, pelo menos nos casos de pais separados/divorciados em situação de guarda conjunta (o que não quer dizer que a criança viva igual tempo com os dois, mas sim que a responsabilidade parental é mútua), ambos os pais sejam encarregados de educação e as decisões a tomar sejam sempre de comum acordo. Dá mais trabalho? Talvez, mas é mais justo.








