
Começa amanhã, dia 22, o Encontro do Plano Nacional de Leitura, na Fundação Gulbenkian.
A entrada é gratuita e o Programa pode ser consultado aqui.


Ora aqui está uma informação muito interessante.
O voo à deriva de um balão que alegadamente transportava uma criança de seis anos e que cativou na quinta-feira milhares de norte-americanos de Fort Collins, no Colorado, foi, afinal, um golpe publicitário da família.
TSF on-line
O café (forte), tomado de manhã, ajuda o cérebro a filtrar os estímulos secundários e desnecessários, promovendo assim a atenção para estímulos mais importantes. Por outro lado, se pensarmos que os estudantes são hiper-estimulados, designadamente por estímulos artificiais, esta função de filtro vai ajudar o cérebro a não se encher de "lixo" que, principalmente durante o sono terá que triar e gerir.
Assim, uma criança de 6 anos pode (e deve) beber um café de manhã, com ou sem leite, com ou sem açúcar. Só naõ deve se houver uma contra-indicação específica, o que é muito raro.
Os rankings escolares não querem dizer nada de nada. Limitam-se a ver quais as escolas onde mais alunos entraram na Universidade (ou, numa versão mais "pós-modernista", os "exames" do 4º ano). Mesmo que este critério valesse alguma coisa, seria logo errado porque podiam os alunos de uma determinada escola, por exemplo, ter entrado em faculdades onde se entra com médias baixas, e outra ter tido menos alunos na faculdade mas onde os alunos desejavam cursos que obrigam a notas elevadas.
O Plano Nacional de Leitura (PNL) foi lançado no dia 1 de Junho de 2006, por iniciativa dos Ministérios da Educação, da Cultura e dos Assuntos Parlamentares, e com o Alto Patrocínio do Presidente da República.
Mais de um milhão de crianças (do Pré escolar ao 2º Ciclo) foram abrangidas por actividades diárias de leitura orientada, numa dinâmica que chegou à dezena de milhar de estabelecimentos de ensino.

O padrasto de uma criança agrediu quinta-feira um menino de seis anos numa escola em Joane, levando à intervenção da GNR e à abertura de um inquérito por parte do agrupamento de escolas, disse hoje à Lusa fonte do processo.
"No final do dia, antes das crianças irem para casa, um adulto entrou no recreio e bateu num menino do primeiro ano", referiu a mãe de um aluno que assistiu à agressão.
Ao que tudo indica, dois rapazes, um de seis e outro com sete anos, colegas de turma, envolveram-se numa luta. O padrasto da criança de sete anos, perante a presença de professores, uma funcionária e diversos encarregados de educação, agrediu o rapaz de seis anos.
JN on-line
As eleições autárquicas são especialmen-
Pois é... não há Escola que não passe por isto. Já sabem do que estamos a falar - "deles", esses insectos que, só o nome faz comichão na cabeça de qualquer mortal.
O piolho, ou pediculus capitis, é um insecto que povoa a cabeça de uma elevada percentagem das crianças portuguesas, de todos os estratos sociais. Enganam-se, pois, o que ainda pensam que "piolhos só nas barracas!".