
A propósito do surto de Gripe A, veio novamente à baila a questão da lavagem das mãos. Ainda bem, porque continua a ser uma das melhores medidas preventivas para as doenças infecciosas. Já dizia, aliás, João de Deus: "
melhor será gastar com o aguadeiro, o que se gasta com o curandeiro!".
Um estudo realizado na Faculdade de Ciências Médicas, designado por "Operação Mãos Limpas", constatou que uma em cada cinco pessoas não lava as mãos depois de utilizar a casa-de-banho. Mas cerca de metade dos que afirmavam fazê-lo, não lavavam as mãos correctamente. Os resultados do estudo levaram-nos a concluir ser de extrema importância ensinar às pessoas como e porquê proceder à lavagem das mãos, dado o risco de transmissão de gripe, infecções respiratórias e gastroenterites, entre outras.
No entanto, lavar
bem as mãos não é tão simples como pode parecer. Há que usar água e sabão, e ensaboar bem as mãos, incluindo todas as faces dos dedos (o polegar fica muitas vezes esquecido) e a parte junto às unhas, durante pelo menos vinte segundos. Depois, há que tirar bem o sabão, em água corrente, e não voltar a tocar em objectos contaminados. Quando tal não for possível, podem ser usados toalhetes descartáveis, soluções e gel de base alcoólica, dos que se adquirem nas farmácias e nos supermercados. Se se utilizar um gel, devem-se esfregar as mãos até secarem, e não usar água.
CONSULTEM O
SITE DA DGS. Só não se informa quem não quer!