sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Dia Mundial do Mágico - em homenagem às Artes Circenses


A arte de iludir já foi chamada de escapismo e cria ilusões que surpreendem, escapam à lógica e enganam os nossos sentidos, em geral a visão. Por isso, se diz que as mãos de um mágico devem ser mais rápidas do que os olhos de quem está assistindo ao número.
 
Hoje celebra-se o Dia Mundial do Mágico, data foi escolhida em homenagem a São João Bosco, padroeiro dos mágicos, falecido em 31 de janeiro de 1888. Conta-se que, quando menino, ajudava a família trabalhando como acrobata, malabarista e mágico.
 
Todavia, quem popularizou mais a arte foi Harry Houdini (1874-1926), o mais famoso mágico de todos os tempos. A sua habilidade impressionante para libertar-se de algemas e correntes, até debaixo de água, entre outros truques, conquistou grandes plateias em todo o mundo.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Dia de Homenagem às Vìtimas do Holocausto





O Holocausto, também conhecido como Shoá  foi o genocídio ou assassinato em massa de cerca de seis milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial, através de um programa sistemático de extermínio étnico patrocinado pelo Estado nazi, liderado por Adolf Hitler e pelo Partido Nazi e que ocorreu em todo o Terceiro Reich e nos territórios ocupados pelos alemães durante a guerra.
Dos nove milhões de judeus que residiam na Europa antes do Holocausto, cerca de dois terços foram mortos. Mais de um milhão de crianças, dois milhões de mulheres e três milhões de homens judeus morreram durante o Holocausto. Uma rede de mais de 40 mil instalações na Alemanha e nos territórios ocupados pelos nazis foi utilizada para concentrar, manter, explorar e matar judeus e outras vítimas. Alguns estudiosos afirmam que o assassinato em massa de ciganos e de pessoas com deficiência deve ser incluído na definição do termo e alguns usam o substantivo "holocausto" para descrever outros assassinatos em massa feitos pelos nazis, como o extermínio de prisioneiros de guerra e de civis, designadamente os homossexuais. Segundo estimativas recentes baseadas em números obtidos desde a queda da União Soviética em 1989, entre dez e onze milhões de civis (principalmente eslavos) e prisioneiros de guerra foram intencionalmente assassinados pelo regime nazi.

A perseguição e o genocídio foram realizados em etapas. Várias leis para excluir os judeus da sociedade civil — com maior destaque para as Leis de Nuremberg de 1935 — foram decretadas na Alemanha antes da eclosão da Segunda Guerra Mundial na Europa. Foram criados campos de concentração e os presos enviados  submetidos a trabalho escravo até morrerem de exaustão ou por  doença. 
Quando a Alemanha ocupou novos territórios na Europa Oriental, unidades paramilitares especializadas assassinaram mais de um milhão de judeus e adversários políticos durante fuzilamentos em massa. Os alemães confinaram judeus e ciganos em guetos superlotados, até serem transportados, através de comboios para campos de extermínio, onde, se sobrevivessem à viagem, a maioria era sistematicamente morta em câmaras de gás
Em 2007, entrou em vigor uma lei da União Europeia (UE) que pune com prisão quem negar o Holocausto.  A Organização das Nações Unidas (ONU) homenageia as vítimas do Holocausto desde 2005, ao tornar 27 de janeiro o Dia Internacional de Recordação do Holocausto, por ser o dia em que os prisioneiros do campo de concentração de Auschwitz foram libertos.
Porquê mencionar este dia? Porque a memória dos povos é curta e passa, e é bom que as crianças da nossa escola saibam até onde pode chegar o horror - o Mal, como escreveu Hannah Arendt, está dentro de cada um de nós e a "fera" pode soltar-se a qualquer instante: no pátio da escola, na sala de aula, em casa, na rua, ou através de movimentos de grupo, acéfalos e ilógicos. Que o sorriso de Anne Frank, ao lado, nos permita pensar que o seu sofrimento não foi em vão. A propósito: a partir dos 10 anos é recomendável que as crianças leiam o seu Diário...

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

A estupidez da cupidez...



Quanto mais instruídos e ricos, menos solidários são os portugueses.


Um estudo da Universidade Católica Portuguesa e do Instituto Luso-Ilírio para o Desenvolvimento Humano (ILIDH) vai ser apresentado na quinta-feira mostra que os mais ricos têm menos atos de solidariedade e querem saber menos dos outros, em termos sociais, quando poderiam facilmente abdicar de uma parte da sua fortuna. sem que isso significasse alguma perda, e fazer a felicidade de tantos. Os portugueses com mais habilitações e mais rendimentos são os que dão menos importância à solidariedade, à justiça e aos valores democráticos. 

Por outro lado, e curiosamente, este estudo mostra que os mais ricos não são mais felizes do que os mais pobres... O ILIDH é um grupo que tem a participação de pessoas como o professor Roberto Carneiro, ou seja, tem uma visão clara do que é a sociedade portuguesa. Este estudo foi coordenado pelo Dr. Lourenço Carvalho, e é uma das suas preocupações, na Tese que escreveu sobre o assunto, o facto de serem os mais ricos que vão ocupar lugares de decisão e de chefia.

Não é óbvio que observamos isso diariamente, na nossa Escola? Tivemos ocasião de ver este fenómeno, por exemplo, na compra de ZINES... 

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Feliz Ano Novo


Em conjunto, vamos dar um bom "pontapé no traseiro" na crise e fazer uma Escola (ainda) melhor!
Bom 2014!