quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Feliz NATAL!

A todos um bom Natal. Esquecendo por momentos os problemas do quotidiano e acreditando que existe um Pai Natal dentro de nós, como sinónimo de bondade, gestos de amor desinteressados e com sentido de humor.

Um HO! HO! HO! para todos!

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Ética no Desporto - um inesquecível "Crazy Day"


Decorreu, no Auditório, uma sessão de sensibilização sobre Ética no Desporto destinada a alunos da EB2 (ACE), a qual serviu de... mote para o crazy day da escola.

Os alunos tiveram oportunidade de realizar alguns jogos do PNED - Led’s Play – e reflectir sobre esta temática, numa sessão que juntou diversas turmas.

Nesta sessão estiveram presentes o coordenador do PNED, José Lima, e o Embaixador para a Ética no Desporto, Jorge Pina, que teve oportunidade de dar o seu testemunho sobre ética, quer como cidadão, quer como atleta paralímpico.
 
Foi um dia muito apreciado pelas crianças que tiveram a sorte e o privilégio de participar.

sábado, 14 de dezembro de 2013

Melech Mechaya - divirtam-se!

Pois é... se calhar não sabiam (como alguns de nós) que o professor Miguel Veríssimo é um dos membros da banda Melech Mechaya, que toca música inspirada na tradição israelita.
A banda já fez tournées por toda a Europa e, também, têm actuado em salas de espectáculos do país inteiro.
Vejam este vídeoclip... e divirtam-se!



sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

O espírito do Natal

Uma questão que se coloca a muita gente, nesta altura do ano, é como desejar as Boas Festas e como contribuir para o optimismo colectivo desta quadra natalícia sem estar a parecer hipócrita ou falso.
 
Perante o ambiente geral de "crise" e de alguma falta de esperança, vivendo ou antevendo dificuldades, quase se torna penoso e culpabilizador pensar em Natal. Escrever que se adora o Natal, porventura pelas  excelentes recordações de infância, o ritual da árvore ou do presépio, ou a distribuição de presentes com ou sem Missa do Galo, começa a ser constrangedor, porque as filhozes e rabanadas não ligam com as campanhas do Banco Alimentar, e qualquer presente que se compre traz na factura o rótulo de "consumismo".
Mas, chamem-nos ingénuos, é fundamental acreditar ainda que as pessoas são intrinsecamente boas e que a Humanidade caminha irreversivelmente para estádios de desenvolvimento cada vez melhores. E o Natal surge como uma clara demonstração do que é possível... quando se quer.

Há quem desdenhe de certas coisas, como o envio de cartões de Natal (mesmo que pareçam – notem, «pareçam») despersonalizados quando remetidos a partir de uma lista de e-mails. Mas ainda que seja escrever um só texto e fazer send to undisclosed recipient, isso representa um momento em que pensamos em alguém. Mesmo que na lista de cem ou quinhentas pessoas haja apenas uma na nossa mente, já é uma. E uma pessoa é sempre uma importância, e o tempo que usamos a fazer isso poderia ser gasto noutra coisa qualquer – logo representa uma opção, seja apenas para limparmos qualquer consciência ou cumprirmos calendário. Claro que escrever um cartão e enviar pelos CTT, «à maneira antiga», a pensar no outro como pessoa singular, e de «outro em outro» rever as nossas amizades, afectos e carinhos, terá provavelmente um significado mais amplo, mas não reduzamos as intenções dos outros a meros estertores de um mundo artificial. Não é verdade.

Compram-se muitos presentes. Isso, sim, é verdade. A maioria das crianças, então, recebe para lá do limite. Também é verdade. Mas mesmo que possamos ver nesse gesto complexos de culpa, compensações do tempo que não lhes damos (até damos, muito mais do que as gerações precedentes), indulgências pelas nossas dificuldades em as educar (como se fossemos perfeitos e a nossa tarefa a dos deuses), o que é certo é que pensamos nelas. Nelas e nas pessoas a quem damos um presente, mesmo que o mais estandardizado e «despersonalizado». Despersonalizado, dirão, mas leva dois nomes: o de quem dá e o de quem recebe. O que personaliza, duplamente. Não será isso importante?

Visitamos amigos, telefonamos a outros, enviamos SMS (é, os velhos do Restelo dizem que é a coisa mais instantânea e banal, que é uma negação da relação pessoal, etc., etc. E até acentuam que já se escreve «q» com «k».... E isso importa?) Mesmo que o pensamento seja fulgurante, mesmo que quem recebe ouça o tim-tim da mensagem chegada e até por vezes nem perceba quem a enviou, não é bom saber que alguém (até mesmo por engano!) pensou em nós por um milissegundo?

As ruas têm luzes e as montras Pais Natais, logo desde Outubro. «Estão à cata do 13º mês...» – comentamos. E não é mentira. Algum dos Leitores, se fosse comerciante, gastaria dinheiro em iluminações se não fosse para chamar pessoas à vossa loja? Mas ainda bem que há luzes nas avenidas, e só é pena que haja pouca música nas ruas, como em algumas cidades europeias. Lá chegaremos.

O bolo-rei vende-se em Agosto? Talvez esse facto sirva para pensarmos no desadequado que isso é para nós – o que mostra que ainda entendemos as tradições e as coisas no seu devido lugar, e que o Natal representa algo de muito especial na cabeça de cada um.

Não devemos ser profetas da desgraça e está a faltar no nosso País uma injecção de crença, para além dos episódios de auto-estima futebolística. É bom acreditar nas pessoas. É bom ensinar às crianças que é bom acreditar nas pessoas, especialmente naquelas que as rodeiam. O mundo é tendencialmente bom. E os cartões de Boas Festas, os sorrisos dos que se entrecruzam nas ruas, as iluminações, os concertos nas Igrejas, os presentes e até a «sempre-presente» Música no Coração na televisão, no dia 25, têm um significado que nenhum bota-abaixo pode derrubar.

Não nos deve preocupar o Natal, nem porventura o rumo que o Natal toma, mas sim, isso sim, aqueles a quem ninguém envia um SMS porque nem sequer têm telemóvel, aqueles que não recebem uma visita de um amigo ou de um familiar porque vegetam num lar, mesmo que os profissionais se esforcem por tentar criar uma atmosfera natalícia, ou as crianças que sofrem abusos, maus-tratos, as que são espezinhadas e humilhadas, e para quem o Natal não existe.

Deve preocupar-nos, sim, que a época natalícia (e o Ano Novo) sejam entendidos como um momento óptimo e crítico para uma reflexão intensa e imensa, que nos produza melhorias e acertos, e que nos faça uma re-valorização do que somos e de quem somos. Bons, porque temos amigos e pessoas que nos amam e a quem amamos, mas menos do que podemos ser, porque muito há para fazer, e não temos feito tudo o que devíamos. Ou que o material possa, alguma vez, substituir o afectivo e o espiritual.

Se o pensamento do Natal servir, mesmo que com compras impostas pela publicidade, mesmo que com rituais estandardizados, para que olhemos para nós próprios e pra os nossos filhos, e repensemos quem somos e quem desejamos ser, quem eles são e quem desejaríamos que fossem, e ponderemos como colmatar o hiato entre as duas coisas, então o Natal cumpre a sua função.


Boas Festas para todos!






quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Ana Maria Magalhães vem à Escola!


Amanhã, dia 12, quinta-feira, haverá uma atividade com os 3ºs anos com a escritora Ana Maria Magalhães, que se disponibilizou para vir à nossa Escola.

É uma oportunidade de ouro, para conhecer uma das mais conceituadas e apreciadas escritoras de livros infantis (e não só).

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

BD, Literatura e televisão - um debate a não perder!




Quarta-feira, dia 11 de dezembro de 2013, pelas 17h30, o AEDFL promoverá no  auditório  da  escola  sede mais  uma  sessão  integrada  nas  comemorações dos  75  anos  de instalação  no  atual edifício  e  dos  85  anos  da  fundação  do Liceu  D. Filipa  de Lencastre.

  1. Aberta à comunidade, esta sessão, intitulada “LITERATURA, TELEVISÃO, BANDA DESENHADA E ILUSTRAÇÃO”, apresentará um painel integrado por António Jorge Gonçalves, autor de banda desenhada e ilustrador, Nuno Artur Silva, co-autor de banda desenhada e diretor das Produções Fictícias, e Rui Cardoso Martins, escritor e jornalista.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Só um esforçozinho!!!


É preciso sempre alguém para “carregar o piano “


Sabia que...as pessoas que trabalham na APEE são pais de uma ou mais crianças da escola, trabalham o dia todo, têm as mil e uma tarefas domésticas de qualquer "mortal"... e ainda arranjam algum tempo para "este voluntariado"?
 
 
JUNTE-SE A ELAS!
 
Junte-se a nós!

sábado, 30 de novembro de 2013

É a hora... 20h30m, do dia 30 de Novembro de 1935



A essa hora, no Hospital de São Luiz, morria o maior poeta português - Fernando Pessoa. Que tal, neste fim-de-semana, falarmos aos nossos filhos da sua obra, do Homem, dos heterónimos, de tudo o que representa e do fascínio que é descobrir este Poeta.
Aqui fica o último poema da Mensagem... uma leitura "obrigatória" para quem está, na EB1 ou EB2, a estudar os Descobrimentos. E, afinal, tão actual quase um século depois de ter sido escrita.

Este ano, aliás, completam-se 125 anos do nascimento do grande poeta.

NEVOEIRO 
Nem rei nem lei, nem paz nem guerra, 
Define com perfil e ser 
Este fulgor baço da terra 
Que é Portugal a entristecer - 
Brilho sem luz e sem arder, 
Como o que o fogo-fátuo encerra.
Ninguém sabe que coisa quer. 
Ninguém conhece que alma tem, 
Nem o que é mal nem o que é bem. 
(Que ânsia distante perto chora?) 
Tudo é incerto e derradeiro. 
Tudo é disperso, nada é inteiro. 
Ó Portugal, hoje és nevoeiro... 
 
É a Hora! 
 Valete, Frates.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Onda de frio

O frio vai atacar ainda mais, nestes próximos dias.
Com este sol, que às vezes até parece quente, e vendo o céu azul, as crianças têm tendência a dizer a velha frase: "Está uma caloraça, não preciso de casaco".
Precisam. Crianças e idosos estão em maior risco, quer nas ondas de calor, quer nas de frio, como a actual.
Convém irem agasalhadas para a escola, designadamente com uma camisola interior bem quente.
Por outro lado, o vento baixa a sensação térmica em 4 a 5ºC.
Não é por acaso que as síndromas gripais estão a aumentar exponencialmente, nestes últimos dias. 
Fica o aviso - que é, aliás, o da Protecção Civil!

sábado, 23 de novembro de 2013

Natal à Avenida - bem perto de nós!

Em dezembro, o Natal vem à Avenida Almirante Reis. A Câmara Municipal de Lisboa, com o apoio das Juntas de Freguesia dos Anjos, Alto do Pina, S. João de Deus e S. Jorge de Arroios, da UACS (União de Comércio e Serviços) e de diversas entidades presentes na zona, como associações, igrejas, escolas e estabelecimentos comerciais, preparou várias iniciativas para animar esta Avenida, nesta época festiva.

1. “Natal à varanda”: convidamos todos os moradores da Avenida a decorarem as suas varandas, trazendo o Natal para a rua.

2. “Árvores com f(r)io”: vamos por "cachecóis" à volta das árvore e dar cor à Avenida. Os cachecóis serão tricotados pela classe sénior do Lisboa Ginásio Clube, utilizando lã cedida pela fábrica Brancal.
 
3. "Pinheiros de Natal": da autoria de Antónia Seabra e Teresa Campos, são árvores criadas a partir da seleção e montagem de garrafas de plástico, latas, rolhas, caricas, tampas e outros desperdícios, que vão enfeitar a Avenida Almirante Reis, neste Natal. Cada árvore é uma criação diferente, tendo em comum a estrutura de cada pinheiro, com 3 metros de altura e um metro e meio de diâmetro. Esta é uma iniciativa da CML e das Juntas de Freguesia dos Anjos e S. João de Deus, que só é possível graças à ajuda de um empenhado grupo de voluntários destas freguesias e do Banco de Voluntariado para a cidade de Lisboa. 

4. “Música à avenida”: entre 6 e 28 de dezembro, a música de Natal chega à avenida. Com a participação de doze coros, são vários os locais da avenida Almirante Reis, onde será possível assistir aos concertos: Café Império, Cervejaria Luminosa, CTT (Estação dos Anjos), Igreja dos Anjos, Igreja e Centro Social e Paroquial de S. Jorge de Arroios, Lisboa Ginásio Clube, Metro (Estações da Alameda, Anjos e Arroios) e Portugália Cervejaria. A entrada é livre.
Mais informação na página de  Facebook da Avenida Almirante Reis

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Pinheiros de natal com materiais reciclados - vamos ajudar!

Transformar os resíduos em arte é o mote para a criação dos pinheiros de Natal que vão enfeitar a Avenida Almirante Reis, este Natal. Da autoria de Antónia Seabra e Teresa Campos, estas árvores são criadas a partir da seleção e montagem de garrafas de plástico, latas, rolhas, caricas, tampas e outros desperdícios. 

Uma iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa e das Juntas de Freguesia dos Anjos e S. João de Deus, que está ganhar forma nas instalações do antigo matadouro do Mercado do Forno do Tijolo, nos Anjos, utilizando cerca de 3000 garrafas e latas, cedidas pela Valorsul, e outros resíduos trazidos pela população. Cada árvore é uma criação diferente, tendo em comum a estrutura de cada pinheiro, com 3 metros de altura e um metro e meio de diâmetro.  

Para além do objetivo de sensibilização e mobilização das pessoas para as questões ambientais, este projeto tem uma vertente de envolvimento comunitário. Foi lançado um desafio à comunidade das freguesias dos Anjos e S. João de Deus, para a angariação de voluntários e a resposta foi positiva. Neste momento, para além dos voluntários locais, conta ainda com a colaboração de alguns voluntários do Banco de Voluntariado Para a Cidade de Lisboa. Só com esta ajuda será possível vermos estes pinheiros a enfeitar a Avenida Almirante Reis.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Musica de Natal à Avenida!

Toca a programar nas agendas!

Entre 6 e 28 de dezembro, a música de Natal chega à Avenida Almirante Reis. Café Império, Cervejaria Luminosa, CTT (Estação dos Anjos), Igreja dos Anjos, Igreja e Centro Social e Paroquial de S. Jorge de Arroios, Lisboa Ginásio Clube, Metro (Estações da Alameda, Anjos e Arroios) e Portugália Cervejaria são os locais onde será possível assistir aos concertos:
Café Império 
Dia 06 - 13h30 - Coro do Colégio do Sagrado Coração de Maria 
Dia 12 - 18h30 - Grupo Pop Rock da Escola E.B. 2, 3 Nuno Gonçalves
Dia 19 - 19h30 - Clave e Som - Coro

Centro de Dia do Centro Paroquial de S. Jorge de Arroios
14h00 - Coro do Colégio do Sagrado Coração de Maria

Cervejaria Luminosa
Dia 12 - 13h30 - Clave e Som - Cavaquinhos 

CTT – Estação dos Anjos
Dia 11 - 12h - Coro Infantil da APISAL

Igreja dos Anjos
Dia 08 - 16h00 - Orfeão dos Serviços Sociais da Câmara Municipal de Lisboa
Dia 11 - 16h30 - Coro do Alto Comissariado para a imigração e Diálogo Intercultural
Dia 12 - 15h00 - Aula de música do Jardim Infantil da Freguesia dos Anjos
Dia 13 - 16h30 - Coro Infantil da APISAL/ Orquestra E.B. 2, 3 Nuno Gonçalves
Dia 18 - 17h00 - Coro do Grupo Desportivo do Banco de Portugal

Igreja de S. Jorge de Arroios
Dia 07 - 16h30 - Coro do Colégio do Sagrado Coração de Maria 

Lisboa Ginásio Clube

Dia 14 - 19h30- Banco de Sons do Banco de Portugal

Metro - Estação Anjos
Dia 11 - 19h00 - Clave e Som - Cavaquinhos 

Metro - Estação Alameda
Dia 11 – 18h30 – Grupo Coral do C.C.D. dos Trabalhadores do Metropolitano de Lisboa

Metro - Estação Arroios
Dia 18 – 18h30 – Grupo Coral do C.C.D. dos Trabalhadores do Metropolitano de Lisboa

Portugália Cervejaria
Dia 18 – 20h30 – Clave e Som – Quarteto de Saxofones
Dia 21 - 20h30 - Clave e Som - Coro
A entrada é livre.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

A farsa dos rankings escolares


A este propósito, vale a pena ler o artigo publicado por David Diniz, aqui.

Os rankings escolares não querem dizer nada de nada. Limitam-se a ver quais as escolas onde mais alunos entraram na Universidade (ou, numa versão mais "pós-modernista", os exames do 4º, 6º e 9º anos). Mesmo que este critério valesse alguma coisa, seria logo errado porque podiam os alunos de uma determinada escola, por exemplo, ter entrado em faculdades onde se entra com médias baixas, e outra ter tido menos alunos na faculdade mas onde os alunos desejavam cursos que obrigam a notas elevadas.

Mas muito pior do que este erro, é o facto de se considerar, à partida, que o objectivo do Sistema Educativo e do ensino/aprendizagem é “entrar na faculdade” ou "ter boas notas". É muito pobre. Porque se é só isso, então não precisa de haver escolas – cada um estudará em casa, isoladamente, ao seu ritmo. Para que, então um ensino obrigatório?
Por outro lado, compara-se o incomparável: é o mesmo que dizer que Lisboa é melhor do que São Mamede da Infesta porque tem mais gente. Não tem pés nem cabeça. As escolas não são melhores por terem alunos com melhores médias (até porque são juízes em causa própria, dado que forjam - é inútil negar, todos o sabemos - parte dessas médias através do método de classificação dos 10º, 11º e 12º anos)... ou forçam, algumas delas, os alunos a trabalhar como cavalos de corrida, esquecendo a vertente de formação humana , as actividades lúdicas e... o descanso e vida em família. Aliás, é curioso ver escolas que defendem ideais "religiosos", não se importarem nada de sacrificar os escassos momentos em que a família poderia estar junta para minar a relação pais/filhos com os "malditos" TPCs.

São melhores as escolas que permitem um ensino variado e inclusivo, onde os alunos progridem, se motivam e gostam de estar. E a realidade social do país é muito desequilibrada, plena de assimetrias e de desigualdades, nomeadamente quanto ao apoio que os alunos têm em casa, em livros e outros meios, em explicadores, acesso à internet, materiais, etc.

Finalmente, os rankings são muitas vezes uma “publicidade enganosa” para algumas escolas privadas manterem elevados níveis de propinas, ou para começarem (continuarem) a formar futuros dirigentes, administradores e decisores que pertencerão a determinados lobbies e classes de poder... do poder "semi-invisível", dado que a maioria dos dirigentes que são mesmo competentes, como demonstrou um estudo da Universidade do Porto, frequentou maioritariamente escolas públicas!

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

A burra do professor Sebastião. Para as crianças aprenderem e se divertirem.




Deram-me uma burra
Que era mansa que era brava
Toda bem parecida
Mas a burra não andava
A burra não andava
Nem prá frente nem pra trás
Muito lhe ralhava
Mas eu não era capaz
Eu não era capaz
De fazer a burra andar
Passava do meio dia
E eu a desesperar
E eu a desesperar
Ai que desespero o meu
Falei-lhe no burrico
E a burra até correu!

E, já agora, vale a pena ver também estes vídeoclips do Professor. Grande poeta, grande músico!





quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Fazer Desporto com valores



Muitas vezes, o desporto está associado à violência e ao doping. Contudo, o desporto tem uma capacidade única de motivar e envolver multidões. Além disso, promove competências pessoais e sociais, como por exemplo, a socialização e a disciplina, e valores como bem estar, amizade,  fair-play, tolerância, espírito de equipa e a verdade, entre muitos outros. 

Para promover estes valores na escola e nos clubes, foi criado o Plano Nacional de Ética no Desporto - ver aqui.
  

Defender as nossas cores, ou as cores da nossa equipa, é saudável, normal e desejável. Sofrermos quando perdemos e exultarmos quando ganhamos, também. Sentir que o árbitro errou a nosso favor, será um alívio. Sentir que errou a favor do adversário, irrita. No entanto, é indispensável não perder a lucidez. Se, na televisão, se vê que a falta é fora da área, é mesmo fora da área. Se o avançado foi rasteirado, foi rasteirado. Se a bola não entrou, não entrou. Independentemente do que o árbitro, por erro - assim como os jogadores erram ao marcar penaltis ou a defender remates fáceis fazem - tenha assinalado. 

Respeitar o adversário é fundamental, mesmo que fiquemos contentes por estar a mais pontos dele. Tudo o resto - fundamentalismos, persistência em dizer o contrário do que os factos mostram, irritação e vandalismo -, é fanatismo, hooliganismo e uma miserável amostra do que o ser humano tem de pior para mostrar.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

São Martinho

Reza a lenda que, quando um cavaleiro romano andava a fazer a ronda, viu um mendigo cheio de fome e de frio, porque estava quase nu. O dia estava chuvoso e o velho encharcado. O cavaleiro, de seu nome Martinho, mostrou a sua bondade e espírito solidário. Cortou então a sua grossa capa ao meio, com a espada, e ofereceu uma das metades ao mendigo, ficando ele próprio exposto ao frio.

A chuva parou e apareceu no céu um sol quente e reconfortante. Como de Verão se tratasse...


A meteorologia e o Verão de São Martinho

É frequente, depois do verdadeiro Verão, instalar-se um outro Verão à volta do mundo. De facto, as estatísticas meteorológicas dos últimos 200 anos são a prova de que, em quase todos os anos, em meados de Novembro, os centros de alta pressão sobre o Atlântico e a Europa, que determinam o bom tempo, como é o caso do famoso anticiclone dos Açores, tornam-se mais fortes e duradouros. Este fenómeno de bom tempo ocorre internacionalmente, especialmente no Canadá e costa leste dos EUA, bem como em Portugal e nos países do Mediterrâneo, e até no norte da Europa, como na Escandinávia - a este fenómeno chama-se o "Verão de São Martinho". No Canadá é o "Indian Summer", na Suécia o “Birgitta Summer”, e na Finlândia o “Turning of the Leaves”.

Hoje está de Sol, num dia "criador" - aproveitemos para uma boa água pé (laranjada para as crianças!), castanhas e uns petiscos. Mata-se o porquinho e prova-se o vinho. E esquece-se por momentos a malfadada crise.

O momento do Armistício -11 do 11 às 11 e 11


No dia 11 de Novembro de 1918, às 11h e 11 minutos, foi assinado o Armistício da I Grande Guerra. Quase ignorada hoje, pelos cidadãos de uma Europa unida (dizem...) e em paz, a I Grande Guerra foi um momento histórico incontornável e que vale a pena relembrar, quase passados 100 anos do seu início. Não apenas pela mortandade e miséria que causou, como pelas implicações que teve e que ainda hoje se fazem sentir, bem como pela intervenção de Portugal, contabilizando-se milhares de mortos e levando ao fim da I República e da democracia.
 
A papoila foi a flor escolhida para simbolizar este dia. Às 11horas e 11 minutos de hoje, dia 11 do 11, pensemos na guerra como solução que não queremos, mas que pode surgir sempre que a estabilidade da democracia e a tentativa hegemónica de um povo ou de um país se faz impor. Daí a necessidade de uma cultura de paz.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Pão por Deus...


Hoje é dia de Pão por Deus, e é bom viver, "na pele" as tradições porque são muito importantes para a formação das crianças. Mesmo não sendo feriado, podemos relembrar a tradição e, durante o fim-de-semana, organizar as habituais saídas de grupos de crianças, pedindo guloseimas e broas acabadinhas de fazer...

Nas aldeias é comum celebrar o "pão por Deus!", assim São Pedro permita, mas nos bairros das cidades também haveria hipótese de fazer reviver estas e outras tradições, genuinamente portuguesas, sem andar a reboque dos comerciais dias dos namorados e afins - compete às autarquias, paróquias e agremiações ressuscitar estes momentos. Mas porventura também às escolas e à comunidade educativa em geral.
 
O Pão por Deus é um momento muito rico na vida das crianças - andar a percorrer as ruas da aldeia ou bairro, a tocar às portas e a pedir o "pão por Deus", e a receber doces e bolos de festa previamente preparados pelos adultos, é um momento grande de solidariedade e comunhão. O que seria desejo, seguramente, de "todos os santos", cujo dia se comemora hoje...

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Obra integral de Pessoa... gratuita



Toda a obra de Fernando Pessoa pode ser descarregada agora, aqui, gratuitamente.
 
Vale a pena explorar este sítio e dar a conhecer aos nossos filhos o que foi, talvez, o maior poeta português de sempre.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Clube das Cores e da Luz - uma experiência única!


A APEE encontra-se, durante este ano letivo, a promover uma ação denominada "Clube das cores e da luz", financiada pela agência "Ciência Viva", através do programa "Pais com Ciência". Este projeto insere-se no horário correspondente à "Oferta Complementar" e visa promover a cultura científica junto dos nossos filhos.

 A APEE deixa aqui um agradecimento especial a Manfred Niehus e aos monitores por toda a dedicação ao projeto.
 
Podem ver mais pormenores, designadamente as 21 fotografias sobre o projeto em que os nossos filhos estão, na página do facebook da APEE, em https://www.facebook.com/pages/APEE-EB1-S%C3%A3o-Jo%C3%A3o-de-Deus/458282550905773?hc_location=stream
 
Vale a pena! E fica, também, o apelo aos Pais para fazerem como o Manfred, a quem endereçamos o nosso MAIOR "Obrigado!".
 
 

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Ele aí está!


E, em breve, daremos continuidade às sessões de BD que iniciámos no ano passado.
Até lá, divirtam-se, lendo o Asterix, lendo outros heróis, lendo, lendo, lendo...