Vale a pena reflectir neste aspecto. O recreio é um espaço de lazer, de brincadeira, de distensão, mas também de intriga, de partilha e de aprendizagem. As condições "físicas" do recreio são essenciais, porque a sua utilização não é apenas um interlúdio mas um tempo de primeira qualidade que requer um espaço de igual qualidade, com monitorização e apoio de adultos com experiência em dirimir conflitos e gerir vontades.
Eduardo Sá, psicólogo infantil, escreveu que "as aulas deveriam ser o intervalo dos recreios". Sem chegar a este extremo, pelo menos na sua leitura literal, o recreio merece ser melhorado, estudado, pensado e visto numa forma porventura mais moderna e eficiente.
A APEE tem um grupo de trabalho dedicado a este tema. Entretanto, podem ir lendo um óptimo artigo sobre o assunto, aqui. Boa leitura!

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