...quanto custa a ignorância?
Numa altura em que tudo o que se faz tem de ser contabilizado ao tostão (ou ao cêntimo) sem se cuidar de valorizar coisas como o prazer, a utilidade pública, a dignidade humana, os avanços civilizacionais, os percursos de vida, os afectos e tanta outra coisa, é curioso ver este quadro que mostra como não somos, definitivamente, dos mais gastadores da OCDE. e se pensarmos que o nosso PIB é muito inferior à maioria dos países referidos, em termos absolutos a discrepância ainda é maior.
Em muitos casos, as nossas escolas fazem "omoletes sem ovos" e, como é o caso da EB1 São João de Deus, omoletes de grande qualidade. Nos próximos anos não poderemos contar com grande ajuda financeira do Estado, pelas razões que todos conhecemos - resta então "fazermos das tripas, coração" e descobrirmos projectos e formas de ensinar que tenham custos muito diminutos. E há-os em abundância. Os pais que nos lêem que pensem em que medida, nas suas profissões e empregos, poderão dar apoio à Escola e ajudar a concretizar projectos, visitas de estudo, etc. Temos parte da faca e algum queijo (mesmo que magro... mas também é mais saudável) na mão.

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