sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Uma Visita ao museu Thyssen-Bornemisza

Mais um interessante link que nos permite efectura uma visita virtual ao Museu Thyssen (Paseo del Prado, em Madrid)

As imagens de alta resolução permitem navegar pelo museu através dos três pisos e respectivas salas e ver as obras com um óptimo detalhe. Pode escolher o áudio numa das linguas disponiveis (o português não existe).

http://www.museothyssen.org/app/visita_virtual_Coleccion/visita_virtual_es_planta_1.html

Trabalhos para casa - 1


É um tema polémico, mas sabe bem, de vez em quando, trazer temas sobre os quais não há consensos estabelecidos. Reflectindo sobre as coisas melhorar-se-á o sistema, disso estamos seguros. Pois então aqui vai, mesmo que o conteúdo possa ser considerado "violento".

Os Trabalhos Para Casa (TPC) geram uma enorme controvérsia. As queixas de pais sobre a sobrecarga de exercícios que os filhos trazem para fazer em casa não são novas, mas voltam a estar na ordem do dia. Os estudantes portugueses trabalham horas demais, e que nenhum sindicato deixaria passar tamanho atropelo aos direitos das crianças e jovens sem, pelo menos, um caderno reivindicativo e uma greve geral - "com as aulas, as actividades complementares e os trabalhos de casa, chegam a dedicar 40 a 50 horas por semana ao estudo.

No limite, tal como são entendidos por muitos professores e pais, os TPC são uma agressão aos adolescentes e aos seus direitos. Tudo o que se sabe sobre desenvolvimento infantil e sobre técnicas pedagógicas no ensino-aprendizagem mostra que esta prática não tem, em pleno século XXI, razão para existir nos moldes em que é feita.

São vários os motivos que tornam os TPC, repito, da maneira tradicional como são exigidos, quase uma aberração:

• as crianças adolescentes trabalham muito durante o dia, seja a estudar, seja a brincar, correr, conversar e debater ideias;

• ao fim da tarde, estão carregados de endorfinas e cansados, sobretudo se tiveram outras actividades entre a escola e a casa, como desporto;

• precisam de tempo para gozar o seu espaço regressivo caseiro;

• o que aprenderam no próprio dia ou até nos dias anteriores só será metabolizado nessa noite, pelo que tudo o que seja exigir trabalho sobre assuntos ainda não burilados pelo cérebro é quase sádico;

• o tempo para estar em família diminui;

• a tolerância dos pais é pouca, ao fim da tarde, e o nível de irritabilidade doméstica sobe, quando deveria descer;

• são os pais que acabam por terminar os TPC, gritando com o filho e achincalhando-o;

• os professores não lêem os TPC, todos os dias;

• não há tempo para ler, reflectir, "não fazer nada", brincar;

• a imagem dos professores fica, muitas vezes, associada a uma imagem de quase sadismo, de desrespeito e de não desejarem o melhor para os alunos.

(este é o aperitivo para o fim-de-semana - na segunda-feira continuaremos. Vão pensando no que está acima e formando as vossa opiniões).

sábado, 22 de janeiro de 2011

TERTÚLIA - Tema: Bullying - dia 27, quinta-feira

No dia 27, quinta-feira, pelas 17h45, haverá mais uma Tertúlia para pais, professores e outros profissionais, desta vez sobre Bullying.

Nesta sessão serão apresentados os resultados do Estudo realizado em Dezembro, pelo Departamento de Saúde Pública da Faculdade de Ciências Médicas de Lisboa, sobre "violência na televisão e no mundo real", ao qual os alunos da Escola responderam.

Dada a importância do tema, estamos em crer que será de todo o interesse estarem presentes, para debatermos formas de prevenção.

Não se esqueçam: dia 27, quinta-feira, às 17h45 (terminará pelas 19h30m) e as crianças poderão ficar na Escola até a sessão terminar.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Mini curso de Filosofia para Crianças no Espaço Azul



Nos Sábados 15, 22 e 29 de Janeiro e 5 de Fevereiro, das 12h às 13h30, para crianças dos 4 aos 7 anos, com Dina Mendonça.

A partir da leitura de uma história filosófica os participantes colocam perguntas que se organizarão construindo uma ordem de prioridade. O diálogo conduz à escolha de uma pergunta para reflectir en conjunto. A sessão termina fazendo um resumo do diálogo pensante apontando momentos cruciais da reflexão.

Preço: 60 € (desconto de 10% para sócios da Brincar a Pensar)
Local: Espaço Azul, Rua da Vitória, nº 73, 2º, Lisboa
Inscrições no Espaço Azul:


http://www.next-art.net/index.php?p=espaco_azul/newsletter_espaco_azul

http://www.noespacoazul.blogspot.com/

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

A propósito de uma tragédia


As notícias sobre o homicídio do colunista social Carlos Castro podem despertar a curiosidade das crianças e desencadear perguntas a que os pais devem responder, sempre numa perspectiva de tranquilização.

“Quem é que matou quem?” ou “Qual deles é o mau?” são algumas das questões com que os pais se podem ver confrontados por estes dias se os filhos assistirem aos noticiários. Não podendo colocar as crianças numa redoma, elas ouvirão as notícias e integrarão a informação no conceito de que ‘existem pessoas más’ ou ‘existem comportamentos maus’. No fundo, o balizar do sentido ético que vem das histórias infantis.

As crianças devem ser acompanhadas quando assistem a notícias sobre crimes, sobretudo com a preocupação de evitar que tenham acesso a pormenores sórdidos, que devem desde logo ser evitados pelos órgãos de comunicação social. Independentemente da escolha feita pelos media, aos pais cabe “mostrarem-se disponíveis para entender inquietações ou responder a dívidas”, sempre com uma perspectiva de tranquilização.

A curiosidade seria maior se o caso envolvesse alguma criança ou alguma personagem do universo do conhecimento dos mais novos. Ainda assim, os pais devem estar de ‘orelhas abertas’ para eventuais perplexidades das crianças.

Errado é abordar a questão da homossexualidade a partir do homicídio de Carlos Castro: um crime passional é um crime passional. Homo ou hetero é indiferente, Abordar a orientação sexual a partir de um crime é rotular de ‘horrenda’ essa orientação sexual.
A homossexualidade, apesar de ser uma situação genética,  manifesta-se geralmente na adolescência quando surge a componente “orientação do desejo” dentro do percurso normal da sexualidade. No entanto, as crianças ouvem falar diariamente da homossexualidade e até conhecerão cada vez mais casos na vida privada. É altura de dar a entender às crianças que uma coisa é o amor, outra as pessoas decidirem viver juntas, outra a orientação do desejo sexual e outra a deturpação e o perverso - que nada têm a ver com as restantes.

E convém também, se pensarmos nos contornos psicópatológicos deste caso, permitir aos nossos filhos que soltem os sentimentos, sem se sentirem em coletes de força (para evitar explosões de raiva repentinas e muito violentas) e estarmos atentos quando eles se "fecham" por demasiado tempo, ensimesmados e pouco interactivos.


terça-feira, 4 de janeiro de 2011

reuniões de avaliação

Informam-se os Pais das Reuniões de Avaliação com os Encarregados de Educação – 1º Período



Turmas - Dias - Horas - Sala

1.ºA - 7 de Janeiro 17h45m - sala 4
1.ºB - 6 de Janeiro 17h45m - sala 3
1.ºC - 7 de Janeiro 17h45m - sala 2
1.ºD - 6 de Janeiro 17h45m - sala 1

2.ºA - 7 de Janeiro 17h45m - sala 9
2.ºB - 7 de Janeiro 17h45m - sala 8
2.ºC - 6 de Janeiro 17h45m - sala 13
2.ºD - 6 de Janeiro 17h45m - sala 5

3.ºA - 5 de Janeiro 17h30m - sala 12
3.ºB - 6 de Janeiro 17h45m - sala 11
3.ºC - 6 de Janeiro 18h00m - sala 17

4.ºA - 6 de Janeiro 17h45m - sala 15
4.ºB - 6 de Janeiro 17h45m - sala 16
4.ºC - 6 de Janeiro 17h45m - sala 14

sábado, 1 de janeiro de 2011

Bom Ano Novo!


Um Óptimo 2011, com um grande pontapé na crise e a vitória da simplicidade, da vontade e dos afectos, num ano que tem de ser piuco materialista mas pode ser cheio de iniciativas, de cultura e de alegria.

Bom Ano!