quinta-feira, 30 de setembro de 2010

o problema dos auxiliares... ou da falta deles

Estimados pais


Já aqui alertámos a situação de penúria que marca o funcionamento da NOSSA escola neste ano lectivo, no que a pessoal não docente diz respeito.

A situação é particularmente complicada no período da tarde, depois das 16h, período em que, apesar de a escola estar a funcionar em pleno com as actividades de Enriquecimento Curricular, nos quadros de pessoal (entre contratados e tarefeiros) apenas temos disponível um único funcionário (Sr. João) para apoio geral e controlo das saídas. Ou seja, concretizando: um funcionário, para apoio geral a um edifício de dois andares, duas portas de saída, mais acompanhamento de crianças que se deslocam para a prática de educação física no edifício ao lado...

Perguntamo-nos: que respostas são possíveis se, por exemplo uma criança ou adulto necessitar de ajuda especial? Como se pode planear, nestas condições, as idas e vindas ao ginásio - que como todos saberão fica no edifício sede, implicando a deslocação de crianças por um espaço publico?

Todos nós, quando inscrevemos os nossos filhos neste ano lectivo sabíamos que estas condições de mobilidade entre edifícios iriam ser inevitáveis.

Mas o que não sabíamos de todo é que a escola não iria contar com pessoal auxiliar em número suficiente!

Para minimizar o impacto desta grave insuficiência de auxiliares na escola, a APEE contratualizou, a expensas próprias, um prolongamento do horário de trabalho de uma das funcionárias que fazem parte do quadro da escola (D. Conceição), que em vez de sair às 16h passou assim a sair às 19h. Mas é um arranjo manifestamente insuficiente.

Temos consciência que, neste processo, a Direcção da Escola tem disponíveis meios para actuação claramente insuficientes, não estando para breve perspectiva de resolução: por exemplo, se esta é a situação que marca a escola do 1.º ciclo, no 2º ciclo (com 292 alunos) apesar de todos os dias haver pelo menos uma turma que termina as actividades lectivas às 17.30h, a escola tem funcionários disponíveis apenas até às 16h... Enfim, sem recursos não há gestão que nos valha.

Se algum de vós tiver ideias brilhantes sobre como podemos apoiar a escola a ultrapassar esta situação não hesite em contactar a Associação - o apoio de todos e de cada um é absolutamente essencial.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

a não perder - de 1 a 10 de outubro

A Exposição Mundial de Filatelia "Portugal 2010" decorre de 1 a 10 de Outubro na FIL - Parque das Nações.

A programação educativa da "Portugal 2010" contempla visitas guiadas à exposição e oficinas pedagógicas. Há visitas guiadas à exposição sem marcação prévia diariamente às 16h, excepto nos dias 1 e 10.

No Dia Mundial dos Correios, 9 de Outubro, às 16 horas, o Espaço Educativo da Portugal 2010 recebe os writers Pariz e Nomen que farão ao vivo um graffiti alusivo à Filatelia, bem como uma actuação do VJ Pedro Osório, do DJ Ride e do saxofonista Rodrigo Amado. Este grupo de artistas convida à participação nesta experiência através da experimentação da técnica do graffiti.

Visite a Exposição em família ou em escola e participe neste acontecimento cultural! A entrada no recinto e a participação nas actividades são gratuitas.

Abertura ao Público – todos os dias das 10h até às 19h, excepto no dia da Abertura - 1 de Outubro - em que abre às 19h e encerra às 21h, e no dia de encerramento – 10 de Outubro – que abre às 10h e encerra às 14.30h.

Mais Informações/Inscrições: nº verde 800 215 216. E-mail museu@fpc.pt

terça-feira, 28 de setembro de 2010

piolhos - temos de falar deles e actuar sem medo!


O que vai na cabeça dos nossos filhos? Muita coisa, certamente, mas uma delas é indesejável, desagradável e, "se mandássemos", baníamo-la da face da Terra. Pois é, são os piolhos, esses inimigos de estimação que, muito democraticamente, se generalizaram e habitam as cabeças mais angelicais... e mais limpas.

O pediculus capitis, vulgar piolho, é uma praga que não poupa nenhuma escola, com uma prevalência de 30% de crianças com piolhos numa determinada altura do tempo.

Para lá dos efeitos sobre a criança - coça-se, dorme mal, pode fazer pequenas feridas na cabeça da coceira -, surgem, com o tempo, outros sintomas como mau rendimento escolar, febre baixa e cansaço, lesões do pescoço, que têm a ver - imagine-se! - com a entrada em circulação das fezes do piolho através das pequenas mordidelas que dá no couro cabeludo, para se alimentar do sangue da criança. Parece um filme do Drácula, mas não o sendo, não deixa de precisar de cuidados. Por alguma razão os ingleses têm a expressão "I feel lousy" para dizer que se sentem mal... E lousy significa piolhoso, Ou a expressão "he is a nits" quando querem dizer que uma criança é má aluna (nits é lêndea).

Como qualquer insecto que se preze, os piolhos adaptam-se rapidamente aos fármacos destinados a matá-los, até porque não se podem usar insecticidas fortes devido aos efeitos colaterais - já lá vai o tempo em que se usava DDT para dar cabo deles... e de algumas crianças que absorviam o produto através da pele.
Para lá disso, as lêndeas (que são os ovos dos piolhos) resistem a muitos dos antiparasitários.

É recomendável, em caso de crise, aplicar um dos produtos que se vendem nas farmácias e pentear a cabeça com um pente fino de metal. Depois, semanalmente, lavar a cabeça com água e vinagre (cuidado com os olhos porque pode arder) e pentear bem com o dito pente. Só assim poderemos ter algum controlo sobre estes horrorosos insectos.

Ah! E outra coisa fundamental: não ter vergonha de falar no assunto, sob a capa de "o meu filho, piolhos? credo. Nós não moramos nas barracas!" Os piolhos aparecem "nas melhores famílias" e esconder o assunto é fazer o jogo deles...

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

"o último a acabar é um..."


Todos nós ouvimos esta frase quando éramos crianças. Dita pelos colegas, é natural e normal. Dita pelos professores, auxiliares ou quaisquer outros adultos, já não é, à luz dos conhecimentos actuais, tão normal.

Isto porque, como se sabe, a obesidade infantil e juvenil é a "praga do século XXI" e a situação, em Portugal, começa a tornar-se incontrolável, como todos os efeitos deletérios para a saúde e sobre o bem-estar físico, psicológico, emocional e social das crianças e jovens.

É também um dado adquirido que uma das melhores formas de prevenção da obesidade - já que a maioria dos casos tem a ver com o que se come às refeições e não com outros factores" -, é o "servir-se pouco do que gosta muito", seguido do "mastigar pelo menos 30 vezes cada garfada". Ora, este segundo aspecto consome tempo. E é incompatível com corridas no Refeitório, seja porque vem aí uma nova leva de alunos, seja porque está tudo com pressa de ir jogar à bola.

Apela-se, pois, aos professores e auxiliares, e demais adultos, que tentem incutir nas crianças o hábito de MASTIGAR (e, em consequência, saborear melhor os alimentos). A prevenção da obesidade começa com gestos pequenos, eficazes e eficientes.


domingo, 26 de setembro de 2010

Faça do nosso Blogue a sua página de abertura

Se quer ter imediato acesso ao nosso Blogue, com notícias e comentários quase diários, faça o seguinte:

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sexta-feira, 24 de setembro de 2010

testar a visão - fundamental a partir dos 6-7 anos

As perturbações da visão não corrigidas (ou mal corrigidas) dificultam, em muito, o processo de aprendizagem e o consequente sucesso educativo. Para lá das alterações que vão surgindo na idade pré-escolar, sobra a miopia, a doença oftalmológica mais frequente (25% da população) e que começa a partir dos 6 anos de idade.

Assim, é aconselhável que, anualmente, nas consultas de rotina com o médico-assistente, mal a criança conheça bem as letras, a visão seja avaliada, através de uma tabela optométrica colocada a 3 metros, numa sala bem iluminada e testando a visão mono-ocular (um olho de cada vez).

Para lá das perturbações na aprendizagem, uma visão deficiente contribui para maior número de acidentes, seja no recreio, seja no percurso de e para a escola.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

sessões de colocação de voz para os professores

Numa iniciativa inédita, a APEE propôs à Escola a realização de sessões de colocação de voz e fala para os professores que, coitados, chegam ao fim do ano roucos e com as cordas vocais em mísero estado.

Ontem, 22, teve lugar a primeira sessão (a próxima será no dia 29), conduzida pela Terapeuta Carolina Santos que, amavelmente, se disponibilizou a dar corpo a esta ideia.

O fenómeno do ruído escolar é preocupante e afecta todos, obrigando adultos e crianças a falarem mais alto, forçando a voz. Voltaremos a este assunto em breve, mas fica desde já o apelo aos pais no sentido de ensinarem, em casa, as crianças a falar baixo (que passa por saberem escutar os outros e também poderem ser escutadas), e a saberem falar alto, quando necessário, não se esganiçando e não forçando a laringe e as cordas vocais.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Terça-feira, 21 de setembro, FNAC-Chiado, 18h30


Se puderem, estejam presentes np lançamento do livro "Violência nas Escolas - Bullying", de Nazaré Barros, com apresentação da Drª Margarida César e da  Drª Filomena Velho da Costa.

A autora é professora de Filosofia no ensino secundário há mais de 20 anos. Este é, segundo a Bertrand Editora, "um livro repleto de actualidade, onde os problemas da indisciplina, violência e bullying escolares são abordados numa perspectiva actual e nas suas várias dimensões: pedagógica, relacional, social e organizacional. Indisciplina, violência e bullying são fenómenos que estão presentes nas escolas portuguesas. Estamos perante um livro onde estes fenómenos são analisados sem alarmismos fáceis ou exageros mediáticos, mas com rigor e conhecimento científico. Isto numa linguagem simples e acessível. Este livro é um contributo decisivo, um testemunho e uma ajuda para pais, professores e toda a comunidade educativa".

Nazaré Barros licenciou-se em Filosofia pela Universidade Católica Portuguesa (1986), e é autora de vários manuais escolares de Filosofia. Fez Mestrado na área da Educação, na especialização de Administração e Organização Escolar, na Faculdade de Ciências (2009), onde defendeu a dissertação 'Violência escolar ou escola violenta?' com a classificação final de 18 valores. Tem ocupado vários cargos na escola, estando em cargos de gestão e direcção entre 2003 e 2010.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

alegremente, com o mundo às costas


O peso das mochilas que as crianças carregam para a escola não deve ultrapassar os 10% do peso da criança. O que já era do conhecimento pediátrico foi agora reforçado com um alerta da Fundação Kovacs, especialista em investigação de problemas das costas. Uma criança que pese 25 quilos não deverá carregar um peso superior a dois quilos e meio. Ainda ontem pesámos mochilas e ficaram entre os 6 e os 8 kg (corresponderia a um adulto de 70 kg carregar uma mochila de 20kg!!! - pais, querem experimentar???).


Piora a situação o facto de os alunos não centrarem bem as mochilas nas costas, apoiando-as apenas num dos ombros, terem as alças entrelaçadas ou mal calibradas, e as mochilas fazerem barrigas que deformam a postura, forçando a cifose e a lordose.

Algumas editoras, em Espanha, começaram a produzir os manuais escolares por fascículos, no sentido de diminuir o peso, mas há que questionar igualmente a (in)existência de cacifos, de salas onde se possam deixar as mochilas ou pelo menos algum material e também o trabalho que alunos e pais fazem em casa na selecção do que realmente importa levar, em cada dia.
As alças devem ter, pelo menos, quatro centímetros de largura na zona dos ombros, e não devem estar muito juntas, para evitar que rocem no pescoço, nem muito afastadas, para não caírem dos ombros. Devem ser reguláveis, para ajustar bem a mochila às costas. A mochila também deve ter um cinto regulável ao nível da cintura, para evitar oscile e para ajudar a distribuir o peso entre os ombros e a zona lombar. As fivelas devem ser práticas e resistentes.

As mochilas com troley têm vantagens mas também muitas desvantagens, como é distribuir mal a carga (apenas de um lado) e tornarem-se impecilhos quando há escadas.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Começam as aulas!

Crédito imagem: holidays.slides.kaboose

Começam hoje as aulas. E o Blogue recomeça também a sua actividade, prometendo não esmorecer. Mas para tal, muito contribuirá a colaboração de todos, designadamente dos pais e professores que nos visitam.

Este ano, a APEE, com a Escola, tem um programa muito aliciante de tertúlias, sessões, comemorações de dias importantes e promoção do Livro e da Leitura, promoção da não-violência e combate ao bullying, bem como todas as outras actividades a que já vos habituou, do ATL e das AEC ao apoio aos almoços, férias e tanta coisa mais. Iremos dando conta do que vai acontecendo na nossa Escola.

Bom início de ano lectivo, para os profissionais, familiares e crianças. Contamos convosco neste espaço e na colaboração com a nossa Associação - que é de todos os que nela queiram participar. Por uma Escola de qualidade, educadora, alegre e afectuosa.